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WSL confirma Gabriel Medina no Challenger Series da WSL em Saquarema

Tricampeão mundial Gabriel Medina é oficializado no Challenger Series da World Surf League (WSL) em Itaúna, Saquarema (RJ).

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Gabriel Medina, Oi Rio Pro, Praia de Itaúna, Saquarema, RJ, Rio de Janeiro, torcida, WSL, Circuito Mundial de Surf, World Surf League. Foto: WSL

Tricampeão mundial Gabriel Medina é oficializado no Challenger Series da World Surf League em Itaúna, Saquarema (RJ). Foto: WSL

O tricampeão mundial Gabriel Medina está confirmado no Corona Saquarema Pro apresentado pelo Banco do Brasil vai promover na Praia de Itaúna, a penúltima batalha por vagas para a elite do World Surf League Championship Tour 2023. O primeiro evento do Challenger Series na América Latina, vai começar no dia 1.o com prazo até 8 de novembro para ser finalizado na Capital Nacional do Surf. São 96 participantes na categoria masculina e 64 na feminina, disputando importantes pontos nos rankings de acesso para o CT. Sete tops já garantidos na elite de 2023, vão participar do evento.

“Para nós, é uma grande conquista poder realizar a primeira etapa do Challenger Series na América Latina, na reta final da disputa por vagas para a elite do CT”, destaca o CEO da WSL Latin America, Ivan Martinho. “A nova divisão de acesso da World Surf League, é o grande campo de batalha entre surfistas de várias gerações e que reúne os principais talentos de muitos países. Quero parabenizar o apoio do Banco do Brasil, da Corona e todos os patrocinadores, que se uniram a nós neste projeto, especialmente a Prefeitura de Saquarema, em nome da prefeita Manoela Peres, pelo grande suporte ao nosso esporte”.

A cidade de Saquarema é a única do mundo a ser palco das três principais competições da World Surf League. Em junho, sediou a etapa brasileira do World Surf League Championship Tour, vencida pelo novo campeão mundial, Filipe Toledo. Na semana passada, a Capital Nacional do Surf recebeu o único evento do Qualifying Series com status máximo QS 5000 nas categorias masculina e feminina na América do Sul esse ano, com os peruanos Miguel Tudela e Daniella Rosas sendo os campeões do Saquarema Surf Festival em memória a Leo Neves.

Praia de Itaúna, World Surf League, Oi Rio Pro, WSL, Saquarema. Foto: WSL

Praia de Itaúna recebe o Challenger Series da WSL entre 1º e 8 de novembro. Foto: WSL

Agora, será realizada em Saquarema, a única etapa do WSL Challenger Series na América Latina, com o Corona Saquarema Pro apresentado pelo Banco do Brasil promovendo o penúltimo desafio na disputa por vagas para a elite do CT 2023. O evento também pode marcar a volta de Gabriel Medina às competições. Ele recebeu um dos dois convites (wildcards) da WSL Latin America e o retorno será nas mesmas ondas de Itaúna, onde o tricampeão mundial contundiu o joelho durante o Oi Rio Pro apresentado por Corona.

Além dele, outros seis tops já garantidos para disputar o CT em 2023, vão prestigiar a estreia do Challenger Series no Brasil. O número 6 do mundo esse ano, Miguel Pupo, é um dos convidados da Diretoria de Circuitos e Competições da WSL, junto com um ex-top do CT, Deivid Silva, que está buscando se requalificar pelo ranking da nova divisão de acesso para o WSL Championship Tour. Os outros participantes confirmados no CT 2023 são Caio Ibelli, Samuel Pupo, Jadson André, além do italiano Leonardo Fioravanti e do indonésio Rio Waida, que já garantiram suas vagas entre os 10 indicados pelo Challenger Series.

Restam apenas sete nomes para serem definidos nas duas últimas etapas da temporada, pois o australiano Ryan Callinan também confirmou o seu em Portugal e nem vem ao Brasil. Todos os outros concorrentes vão competir no Corona Saquarema Pro apresentado pelo Banco do Brasil, última parada antes da etapa final em Haleiwa Beach, no Havaí. O único sul-americano que está no G-10 é o brasileiro Michael Rodrigues, que ocupa a oitava colocação no ranking.

Miguel Pupo, WSL, Saquarema. Foto: WSL

Miguel Pupo marca presença na competição. Foto: WSL

Os dez primeiros colocados se classificam para o CT 2023, mas quem ficar entre o 11.o e o 20.o lugar, garante vaga no Challenger Series de 2023. Os sul-americanos que estão na briga direta destas duas disputas, são o catarinense Alejo Muniz em 13.o lugar no ranking, o saquaremense João Chianca que vai competir em casa em 18.o, o peruano Lucca Mesinas empatado em 19.o com o catarinense Mateus Herdy, os paulistas Deivid Silva em 22.o e Edgard Groggia em 23.o e outro catarinense, Willian Cardoso, em 27.o.

No ranking feminino, que classifica cinco surfistas para completar as top-17 do CT, só resta praticamente uma vaga para ser definida. A líder Macy Callaghan e a vice-líder Caitlin Simmers, nem vêm para o Brasil. A australiana Molly Picklum e a havaiana Bettylou Sakura Johnson, já estão bem encaminhadas também, mas vão competir no Corona Saquarema Pro para garantir de vez os seus nomes. A sul-americana mais próxima da briga pela quinta posição da australiana Nikki Van Dijk é a brasileira Luana Silva, em nono no ranking. Depois, tem a peruana Daniella Rosas em 21.o e a brasileira Summer Macedo em 27.o lugar.

O Corona Saquarema Pro apresentado pelo Banco do Brasil será realizado entre os dias 1 e 8 de novembro na Praia de Itaúna, com patrocínio da Corona, Banco do Brasil, BB Asset, Prefeitura Municipal de Saquarema, Secretaria de Esporte e Lazer do Governo do Estado do Rio de Janeiro, TikTok, 51 Ice e NewON. O evento será transmitido ao vivo pelo WorldSurfLeague.com e Aplicativo e Canal da WSL no YouTube e no Brasil também pelos canais SporTV.

COLETIVA DE IMPRENSA

Devido à eleição no domingo, a Coletiva de Imprensa do Corona Saquarema Pro apresentado pelo Banco do Brasil com alguns destaques do evento será diferente. A opção foi realizar uma apresentação dos surfistas online, com os brasileiros Michael Rodrigues, Alejo Muniz, Luana Silva e Daniella Rosas, respondendo perguntas que a mídia pode encaminhar para o e-mail ggontijo@worldsurfleague.com. Esta Coletiva de Apresentação acontecerá na sexta-feira, dia 28, às 15h00 com transmissão ao vivo pela internet.

Luana Silva, WSL, Saquarema. Foto: WSL

Luana Silva luta para retornar à elite mundial, desta vez representando o Brasil. Foto: WSL

RANKINGS DO WSL CHALLENGER SERIES 2022 – 5 etapas:

TOP-5 DA CATEGORIA FEMININA: 
1.a: Macy Callaghan (AUS) – 28.920 pontos
2.a: Caitlin Simmers (EUA) – 28.630
2.a: Molly Picklum (AUS) – 28.630
4.a: Bettylou Sakura Johnson (HAV) – 26.915
5.a: Nikki Van Dijk (AUS) – 19.185
——-sul-americanas no ranking:
09: Luana Silva (BRA) – 13.285 pontos
21: Daniella Rosas (PER) – 7.945
27: Summer Macedo (BRA) – 6.620
43: Arena Rodriguez Vargas (PER) – 4.700
50: Sophia Medina (BRA) – 3.900
50: Laura Raupp (BRA) – 3.900
60: Anne dos Santos (BRA) – 3.100
*66: Tatiana Weston-Webb (BRA) – 1.900
66: Sol Aguirre (PER) – 1.900

TOP-10 DA CATEGORIA MASCULINA:
1.o: Leonardo Fioravanti (ITA) – 26.915 pontos
2.o: Rio Waida (IDN) – 22.650
3.o: Ryan Callinan (AUS) – 20.995
4.o: Liam O´Brien (AUS) – 14.900
5.o: Ezekiel Lau (HAV) – 14.820
6.o: Dylan Moffat (AUS) – 14.710
7.o: Ian Gentil (HAV) – 13.375
8.o: Michael Rodrigues (BRA) – 13.285
9.o: Maxime Huscenot (FRA) – 12.055
10.o: Morgan Cibilic (AUS) – 12.035
——-outros sul-americanos no ranking:
13: Alejo Muniz (BRA) – 10.615 pontos
18: João Chianca (BRA) – 9.400
19: Lucca Mesinas (PER) – 9.295
19: Mateus Herdy (BRA) – 9.295
22: Deivid Silva (BRA) – 8.845
23: Edgard Groggia (BRA) – 8.840
27: Willian Cardoso (BRA) – 6.720
33: Lucas Silveira (BRA) – 5.950
36: Jessé Mendes (ITA) – 5.820
37: Alex Ribeiro (BRA) – 5.770
41: Matheus Navarro (BRA) – 5.370
*55: Jadson André (BRA) – 3.800
70: Alonso Correa (PER) – 2.400
71: Thiago Camarão (BRA) – 2.350
77: Ian Gouveia (BRA) – 2.000
81: Santiago Muniz (ARG) – 1.850
86: Peterson Crisanto (BRA) – 1.600
88: Eduardo Motta (BRA) – 1.550
89: Marco Fernandez (BRA) – 1.500
90: Marco Giorgi (URU) – 1.450
92: Robson Santos (BRA) – 1.150
104: Wesley Leite (BRA) – 850
*111: Samuel Pupo (BRA) – 650
118: Rafael Teixeira (BRA) – 300
118: Ryan Kainalo (BRA) – 300
129: Nicolas Vargas (CHL) – 250

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Jadson André relata racismo em aeroportos

No Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo em aeroportos e fala sobre preconceito e julgamento pela aparência.

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Jadson André, Corona Saquarema Pro 2023, Challenger Series da World Surf League (WSL), Praia de Itaúna, Saquarema (RJ). Foto: WSL / Thiago Diz

No podcast Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo vividos em aeroportos e fala sobre preconceito, julgamento pela aparência e experiências marcantes na carreira. Foto: WSL / Thiago Diz

O surfista Jadson André, um dos nomes da geração que colocou o Brasil na elite do surf mundial, falou abertamente sobre episódios de racismo que já enfrentou ao longo da carreira. O relato foi feito durante participação no podcast Fala Papah e trouxe à tona situações vividas principalmente em aeroportos, durante viagens para competições internacionais.

Acostumado a viajar pelo mundo competindo no mais alto nível do surf profissional, Jadson contou que já foi questionado ao entrar em filas de prioridade em check-ins de companhias aéreas. Segundo ele, em diversas ocasiões ouviu que estaria “na fila errada”, julgamento feito com base apenas na aparência e na forma como estava vestido.

Um dos episódios mais marcantes aconteceu no Aeroporto de Guarulhos. O surfista relatou que estava em uma fila para resolver um problema de bagagem quando foi ofendido por uma mulher que se recusou a aceitar a orientação que ele deu sobre a ausência de prioridade naquele atendimento. A situação escalou a ponto de Jadson procurar a Polícia Federal, que abordou a mulher e ofereceu a possibilidade de registrar ocorrência.

Além desse caso, o atleta mencionou outras situações constrangedoras vividas em aeroportos. Em uma delas, após ser tratado de maneira inadequada por um funcionário, acabou recebendo um upgrade de classe como tentativa de reparação. Jadson destacou que passou a se vestir de forma mais formal durante viagens justamente para evitar novos julgamentos precipitados.

Durante a conversa, o surfista também refletiu sobre os limites entre denúncia legítima e exageros nas redes sociais. Ele reconheceu que o racismo e a xenofobia são realidades presentes na sociedade, mas ponderou que é importante manter equilíbrio ao tratar do tema.

O episódio reforça um debate que vai além do esporte. A trajetória de Jadson André mostra que o preconceito pode atingir qualquer pessoa, independentemente da carreira ou do reconhecimento profissional.

O episódio completo está disponível no canal do podcast Fala Papah:

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Classificação olímpica 2028: WPS debate impacto para Tops do CT

Entrevista exclusiva no Fala Papah! sobre mudanças na classificação olímpica do surfe para 2028 e impacto nos atletas do CT.

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Christian Bezerra, COO da WPS, fala sobre classificação olímpica do surfe para 2028. Foto: Reprodução

Christian Bezerra, COO da WPS, fala sobre classificação olímpica do surfe para 2028. Foto: Reprodução

As propostas que podem alterar os critérios de classificação do surfe para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 viraram um dos assuntos mais debatidos do esporte no cenário internacional. A notícia ganhou repercussão em diferentes mídias digitais após a AOS Mídia publicar o tema em primeira mão, trazendo ao público as informações iniciais sobre as mudanças discutidas nos bastidores.

O assunto agora entra em um novo capítulo com uma entrevista exclusiva no Fala Papah!, podcast apresentado por Ader Oliveira, gravada e publicada no canal do YouTube do projeto. O convidado é Christian Bezerra, COO da WPS (World Professional Surfers), entidade que representa os surfistas profissionais e atua como ponte institucional em pautas que envolvem os atletas do Championship Tour (CT).

Quem é a WPS e por que a opinião dela pesa

A WPS é uma organização que representa os interesses dos surfistas profissionais, especialmente os atletas que competem na elite mundial. Na entrevista, Christian comenta como essas propostas são percebidas do ponto de vista de quem está diretamente ligado ao dia a dia dos atletas e ao impacto que qualquer mudança pode gerar na preparação, no calendário e no caminho até a vaga olímpica.

O ponto central: calendário, meritocracia e previsibilidade

Durante a conversa, Christian destaca que o CT funciona como a principal plataforma competitiva do surfe profissional, com eventos ao longo do ano em diferentes condições e formatos. Para ele, qualquer alteração que aumente a dependência de eventos específicos pode criar cenários de maior imprevisibilidade e exigir ainda mais logística dentro de um calendário já muito intenso.

A discussão, portanto, não é apenas sobre números de vagas. Ela passa pela busca de um modelo que equilibre representatividade global, critérios esportivos, planejamento e justiça competitiva para quem está disputando a elite.

Debate internacional e interesse comum no melhor cenário

O processo olímpico envolve várias entidades e interesses diferentes. A ISA tem papel central por ser a federação internacional reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional. Já a WSL organiza o principal circuito profissional do esporte. No meio disso, a visão dos atletas e de seus representantes é uma peça importante para que o sistema final não gere distorções e preserve o nível técnico do surfe olímpico.

Assista a mais episódios no YouTube do Fala Papah!

Veja também nossa matéria em que a AOS Mídia publicou o tema em primeira mão:

 

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Gap no surfe brasileiro? Pinga e Cortez alertam

No Fala Papah, Pinga e Daniel Cortez debatem o gap no surfe brasileiro e analisam os impactos na base e no mercado.

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No Fala Papah, Pinga e Daniel Cortez analisam a formação da Brazilian Storm e projetam possível gap de até 10 anos no surfe brasileiro. Foto: Reprodução

O debate sobre um possível gap no surfe brasileiro ganhou força no Fala Papah após as análises de Luiz Henrique Pinga e Daniel Cortez sobre base, mercado e formação de atletas.

A fala surgiu dentro de um debate mais amplo sobre mercado, surfwear, investimento e formação de atletas. O tema repercutiu rapidamente entre profissionais do setor e também começou a circular fora do Brasil, levantando um ponto central: o surfe brasileiro não virou potência por acaso.

“Não foi à toa”: o que sustentou a Brazilian Storm

No recorte, os convidados lembram que a fase vitoriosa do Brasil foi consequência de um ecossistema mais sólido no passado: equipes estruturadas dentro das marcas, programas consistentes de base, viagens com atletas, ações estratégicas e um calendário nacional forte, que criava experiência competitiva.

Daniel Cortez cita, por exemplo, o período em que “a gente tinha 10 atletas” na equipe da Volcom, com um programa completo de desenvolvimento.

Já Pinga reforça um ponto essencial da formação:

“Tem que aprender a perder para começar a ganhar.”

Segundo ele, os circuitos nacionais e os formatos de transição ajudavam os jovens a entender o jogo do alto rendimento, preparando-os mentalmente e tecnicamente para o cenário mundial.

Por que eles acreditam que vem um “gap”

Na conversa, os participantes deixaram claro que não se trata de “caça às bruxas” nem de responsabilizar apenas um lado. Para eles, houve uma soma de fatores que foram alterando o ecossistema ao longo do tempo. No entanto, ele reconhece que o mercado de surfwear e o ambiente estrutural do esporte têm parcela importante nesse cenário.

Daniel Cortez complementa a análise com uma visão externa:

“Eu tô vendo o que tá rolando lá fora… os caras estão fazendo exatamente isso que a gente fez ali atrás e parou de fazer.”

A lógica apresentada no debate é direta: enquanto o Brasil reduziu parte da estrutura que sustentava a base, outros países passaram a investir justamente nesse modelo.

Austrália e Europa no radar

Cortez aponta a Austrália como exemplo de retomada estrutural. Já Pinga amplia o olhar e menciona o crescimento europeu, citando Espanha (especialmente as Canárias), além da evolução de Portugal e o surgimento de jovens talentos em diferentes centros do continente.

A leitura feita no episódio não é de que o surfe brasileiro perdeu relevância, mas de que o jogo internacional evoluiu — e que, sem investimento consistente na base, pode haver um intervalo significativo entre a geração atual e a próxima leva dominante.

Investir na base e pensar no longo prazo

No fim do trecho, eles reforçam que não existe um único culpado. Foram mudanças, decisões e adaptações ao longo do tempo que moldaram o cenário atual.

E também resumem o alerta: sem estrutura sólida e investimento contínuo, o país pode enfrentar um período de transição mais longo do que se imagina.

O debate não soa como pessimismo, mas como reflexão estratégica.

Assista ao episódio completo no Fala Papah:

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