Competições
Brasileiros avançam no Pipe Pro em dia de show e notas 10
Italo Ferreira, Miguel Pupo e Ian Gouveia avançam no Pipe Pro 2025. Sexta-feira teve duas notas 10 e condições épicas em Pipeline.
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1 ano atrásem
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aos-midia
Ian Gouveia conseguiu a maior nota entre os brasileiros na sexta-feira no Pipe Pro, um 9.00 em um tubo perfeito. Foto: WSL / Bielmann
O Lexus Pipe Pro 2025, primeira etapa do Championship Tour (CT) da WSL, teve uma sexta-feira de ação intensa, marcada por ondas sólidas entre 6 e 8 pés, disputas acirradas e duas notas 10 dos surfistas Barron Mamiya (HAW) e Jack Robinson (AUS).
Além das performances impressionantes, três brasileiros seguem na disputa pelo título: Italo Ferreira, Miguel Pupo e Ian Gouveia avançaram às quartas de final, enquanto Filipe Toledo, João Chianca, Deivid Silva, Edgard Groggia e Alejo Muniz foram eliminados.

Miguel Pupo avançou às quartas de final após um dia incomum com duas interferências a seu favor. Foto: WSL / Tony Hef
Ian Gouveia supera lesão e brilha com o maior desempenho do Brasil
Um dos grandes destaques do Pipe Pro até aqui é Ian Gouveia. O brasileiro entrou na competição dias após levar 22 pontos no joelho, mas isso não o impediu de registrar o maior somatório entre os brasileiros em todas as baterias que disputou até agora.
Na sexta-feira, Ian teve uma performance de alto nível, destacando-se especialmente nas oitavas de final, quando cravou um 9.00 em um longo tubo em Pipeline, a melhor nota entre os brasileiros no dia. Agora, ele encara Kelly Slater nas quartas de final.

Campeão mundial e vencedor do Pipe Pro em 2019, Italo Ferreira segue firme na disputa pelo título. Foto: WSL / Tony Heff
Miguel Pupo avança após dia de interferências, mas tem seus méritos
O brasileiro Miguel Pupo viveu um dia atípico e avançou às quartas de final após se envolver em duas interferências em um único dia, um fato raro no surfe de elite.
No round 3, o marroquino Ramzi Boukhiam cometeu uma interferência de remada, prejudicando Miguel. Já nas oitavas de final, foi a vez de João Chianca ser punido com uma interferência de bloqueio no confronto contra o compatriota.
Apesar desses episódios, Miguel Pupo segue como um forte candidato em Pipeline. O brasileiro tem uma relação especial com a onda e já protagonizou performances de alto nível no pico. Agora, ele encara um duelo brasileiro contra Italo Ferreira, campeão mundial e vencedor do Pipe Pro em 2019.

Filipe Toledo se despediu nas oitavas de final após um duelo equilibrado contra Jake Marshall. Foto: WSL / Tony Heff
Italo Ferreira avança e garante vaga no Finals Day
Campeão mundial em 2019, Italo Ferreira garantiu sua classificação para o quarto Finals Day da carreira em Pipeline, o primeiro desde 2021. O potiguar mostrou consistência ao longo do evento e eliminou dois adversários antes de avançar às quartas de final.
No round 3, Italo superou o compatriota Edgard Groggia, somando 13.00 pontos contra 5.93 do adversário. Sua melhor onda na bateria foi um 7.50, suficiente para avançar com tranquilidade.
Já nas oitavas de final, o brasileiro enfrentou o havaiano Seth Moniz, vice-campeão do Pipe Pro em 2022. Em uma bateria disputada, Italo cravou um somatório de 14.40, com suas melhores notas sendo um 7.83 e um 6.57, garantindo a vitória contra os 11.83 pontos do havaiano.
Agora, Italo Ferreira terá um duelo brasileiro nas quartas de final contra Miguel Pupo, valendo vaga na semifinal.

João Chianca é eliminado nas oitavas de final após sofrer uma punição por interferência contra Miguel Pupo. Foto: WSL / Tony Heff
Como foram as baterias dos brasileiros
O round 3 contou com confrontos diretos entre brasileiros. Italo Ferreira venceu Edgard Groggia, enquanto Filipe Toledo eliminou Deivid Silva. Já João Chianca superou o francês Marco Mignot, e Miguel Pupo venceu o marroquino Ramzi Boukhiam em uma bateria polêmica, onde Boukhiam cometeu uma interferência de remada.
Além de Deivid e Groggia, outro brasileiro eliminado nesta fase foi Alejo Muniz, que caiu diante do australiano Ethan Ewing.
Nas oitavas de final, Filipe Toledo foi eliminado por Jake Marshall (EUA), apesar de ter surfado um bom tubo para o Backdoor e recebido 5.67 dos juízes. Filipinho chegou a virar a bateria nos minutos finais, mas viu o norte-americano retomar a liderança na onda seguinte.
Outro confronto brasileiro nas oitavas foi entre João Chianca e Miguel Pupo. Chumbinho sofreu uma interferência de bloqueio contra Miguel, o que contribuiu para a sua eliminação. Pupo agora avança às quartas de final, onde terá um duelo brasileiro contra Italo Ferreira.

Barron Mamiya brilhou em Pipeline e conquistou uma nota 10 perfeita contra John John Florence. Foto: WSL / Tony Heff
Notas 10 e domínio havaiano
O dia também foi histórico com dois tubos perfeitos. O havaiano Barron Mamiya repetiu o feito de 2024 e eliminou John John Florence com um 10. Já Jack Robinson, vencedor da etapa em 2023, anotou um 10 em um Backdoor cavernoso, mas acabou sendo eliminado por Alan Cleland.
Previsão das ondas para o sábado
Para o dia decisivo do Pipe Pro, as condições seguem sólidas, mas com uma leve redução de tamanho pela manhã.
- Tamanho do mar: Ondas entre 6 e 8 pés pela manhã, com um leve aumento no período da tarde devido a um novo swell de noroeste.
- Formação: Condições favorecendo mais os tubos de Backdoor. Ainda há um pouco de ondulação de nordeste, mas bem menor do que nos últimos dias.
- Vento: Brisa leve de leste-sudeste pela manhã, ganhando força ao longo do dia, chegando a 9-12 nós do leste, proporcionando boas a excelentes condições para o surfe.

Aos 53 anos, Kelly Slater segue impressionando e alcançou sua 100ª vitória em baterias do CT em Pipeline. Foto: WSL / Bielmann
Possível cronograma do Pipe Pro
A competição terá chamada às 14h45 e início previsto para 15h03. Não haverá transmissão ao vivo pelo YouTube da WSL para quem estiver no país. A partir das quartas de final, a transmissão está disponível somente via Sportv, Globoplay, site da WSL e aplicativo da WSL devido ao contrato da liga com a Globo.
Quartas de final – Feminino
15h03 – Lakey Peterson (EUA) x Isabella Nichols (AUS)
15h33 – Caroline Marks (EUA) x Tyler Wright (AUS)
16h03 – Caitlin Simmers (EUA) x Sawyer Lindblad (EUA)
16h33 – Brisa Hennessy (CRC) x Molly Picklum (AUS)
Quartas de final – Masculino
17h03 – Italo Ferreira (BRA) x Miguel Pupo (BRA)
17h33 – Barron Mamiya (EUA) x Jake Marshall (EUA)
18h03 – Ian Gouveia (BRA) x Kelly Slater (EUA)
18h33 – George Pittar (AUS) x Leonardo Fioravanti (ITA)
Semifinais – Feminino
19h03 – Lakey Peterson (EUA) x Tyler Wright (AUS)
19h43 – Caitlin Simmers (EUA) x Molly Picklum (AUS)
Semifinais – Masculino
20h23 – Primeira Semifinal
21h03 – Segunda Semifinal
Finais – Feminino e Masculino
21h43 – Final Feminina
22h23 – Final Masculina
Brasil
Charles Medina no Fala Papah!
Charles Medina participa do Fala Papah! e comenta disciplina, pressão no esporte, família e os bastidores da formação de atletas.
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1 semana atrásem
28/05/2026Por
aos-midia
Charles Medina é o novo convidado do podcast Fala Papah! Foto: Divulgação
O novo episódio do podcast Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, traz uma conversa profunda e cheia de reflexões com Charles Medina, um dos nomes mais importantes da história recente do surfe brasileiro. Em um papo sincero, Charlão abordou temas como disciplina, pressão no esporte, equilíbrio emocional e os desafios de ser pai e treinador ao mesmo tempo.
Ao longo do episódio, Charles Medina relembra momentos marcantes da trajetória de Gabriel Medina e Sophia Medina, fala sobre os bastidores da formação de atletas de alto rendimento e compartilha experiências vividas durante anos acompanhando competições pelo mundo.
A conversa também passa pela geração Brazilian Storm e pela transformação do surfe brasileiro após a chegada dos títulos mundiais. Segundo Charlão, o crescimento do esporte fez com que muitos pais passassem a enxergar o surfe de maneira diferente, aumentando também a pressão sobre jovens atletas.
Durante o episódio, Charles destaca a importância do equilíbrio emocional no esporte profissional e reforça que talento sozinho não é suficiente para sustentar uma carreira de alto nível. O convidado ainda fala sobre disciplina, preparação mental, derrotas, amadurecimento e a necessidade de criar um ambiente saudável para o desenvolvimento dos atletas.
Outro momento interessante do podcast acontece quando Charlão relembra histórias envolvendo Kelly Slater, Pipeline, Pipe Masters e episódios marcantes da carreira de Gabriel Medina dentro da World Surf League (WSL). O papo também aborda bastidores de competições, estratégias mentais e a forma como Gabriel foi preparado para lidar com a pressão do circuito mundial.
Durante a conversa com Ader Oliveira, Charles Medina também comenta sobre o papel da família na formação de atletas e explica como a blindagem emocional e a disciplina fizeram diferença ao longo da carreira dos filhos no esporte profissional.
O episódio mostra ainda um lado mais humano da rotina de atletas de elite, discutindo família, educação, responsabilidade e os desafios enfrentados por quem cresce muito cedo dentro do esporte profissional.
Com um formato leve e ao mesmo tempo profundo, o Fala Papah! vem se consolidando como um espaço para conversas autênticas sobre surfe, esporte, lifestyle e bastidores de grandes histórias.
O episódio completo com Charles Medina já está disponível no canal do Fala Papah! no YouTube.
Competições
Brasil domina ranking da WSL após etapa histórica em Raglan
Italo Ferreira vence em Raglan, assume liderança da WSL e coloca Brasil no Top 4 do ranking. Finals Day também teve incidente com fotógrafo.
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2 semanas atrásem
25/05/2026Por
aos-midia
Brasil ocupa as quatro primeiras posições no ranking da WSL depois da etapa em Raglan. Foto: Reprodução AOS Mídia
O domínio brasileiro no Championship Tour 2026 ganhou ainda mais força após a etapa de Raglan, na Nova Zelândia. O Finals Day do Corona Cero New Zealand Pro Presented by Bonsoy confirmou o excelente momento do país no circuito mundial, com vitória de Italo Ferreira, semifinal de Yago Dora e brasileiros ocupando as quatro primeiras posições do ranking da World Surf League (WSL).
A decisão masculina foi marcada por grandes performances nas longas esquerdas de Manu Bay. Italo Ferreira derrotou o australiano Morgan Cibilic na grande final e conquistou sua 11ª vitória da carreira no CT. Com o resultado, o campeão mundial de 2019 retomou a lycra amarela e assumiu a liderança do ranking mundial.

Italo Ferreira vence etapa em Raglan, Nova Zelândia. Foto: WSL / Rambo Estrada
Além do título de Italo, o Brasil voltou a dominar o topo da classificação. Miguel Pupo aparece na vice-liderança, Gabriel Medina ocupa a terceira colocação e Yago Dora fecha o Top 4 da temporada 2026. Samuel Pupo também segue forte na disputa, em sétimo lugar, enquanto Filipe Toledo completa o Top 10 do ranking.
A etapa de Raglan representou uma retomada do domínio brasileiro após a Gold Coast ter sido a única parada do ano sem brasileiros no pódio masculino. Na Nova Zelândia, o cenário voltou a ser amplamente favorável aos atletas do país.

Carissa Moore e Italo Ferreira são os campeões da etapa neozelandesa. Foto: WSL / Rambo Estrada
Italo Ferreira vence final eletrizante em Raglan
A final masculina colocou frente a frente dois dos grandes destaques do evento. Morgan Cibilic começou forte, conseguindo uma nota 8.90 com ataques agressivos de backside nas direitas de Manu Bay. No entanto, Italo Ferreira respondeu rapidamente com um 9.33, combinando aéreos e manobras progressivas que levantaram o público presente em Raglan.
Com poucas ondas na reta final da bateria, Italo administrou a vantagem e confirmou a vitória por 17.50 a 15.80. O título também reforçou a evolução do brasileiro em ondas longas de esquerda, consideradas algumas das mais clássicas do Championship Tour.
No feminino, a havaiana Carissa Moore venceu Sawyer Lindblad e voltou ao topo do pódio após se tornar mãe. A brasileira Luana Silva perdeu a liderança do ranking para Gabriela Bryan, mas segue muito próxima da ponta na vice-liderança da temporada.

Italo levanta o público com seus aéreos em Raglan. Foto: WSL / Oscar Hetherington
Incidente com fotógrafo marcou o Finals Day
O Finals Day em Raglan também ficou marcado por um susto fora das ondas. Durante a semifinal masculina entre Yago Dora e Italo Ferreira, um fotógrafo que fazia a cobertura da bateria sofreu um ferimento no pé após um incidente envolvendo um animal marinho na água. A disputa foi imediatamente paralisada, e os atletas deixaram o mar enquanto o profissional recebia atendimento.
Segundo apuração do AOS Mídia, o pé de pato utilizado pelo fotógrafo chegou a ser arrancado do pé durante o incidente. O profissional recebeu atendimento ainda no local e foi encaminhado ao hospital. Pelas imagens obtidas pelo canal, o ferimento aparentava ser localizado, sem sinais visíveis de lesões mais extensas. Até o momento, a WSL não confirmou oficialmente qual animal esteve envolvido no caso.

Imagens mostram os ferimentos sofridos pelo fotógrafo Ed Sloane durante incidente na água em Manu Bay, Raglan. Foto: Arquivo pessoal
O fotógrafo revelou posteriormente nas redes sociais que precisará passar por um procedimento cirúrgico após o incidente, mas tranquilizou os seguidores ao afirmar que deve ficar bem. Na publicação, ele descreveu o episódio como “algo digno de pesadelo”, relatando que o animal surgiu “diretamente de baixo” durante a cobertura da bateria. O profissional também agradeceu o suporte da equipe médica da WSL, do water patrol e das pessoas presentes no local no momento do atendimento.
Biólogos consultados pelo AOS Mídia analisaram as imagens do ferimento e avaliam que as marcas aparentam ser mais compatíveis com mordida de leão-marinho, lobo-marinho ou algum animal semelhante. A análise leva em consideração o padrão das perfurações e dos cortes, descritos como mais espaçados e localizados. Segundo esses especialistas, ataques típicos de tubarão costumam apresentar marcas diferentes, com múltiplas perfurações e cortes mais alinhados ao formato das arcadas dentárias. Ainda assim, não há confirmação oficial sobre qual animal esteve envolvido no incidente.

Yago Dora em um dos últimos registros de Ed Sloane antes do incidente. Foto: WSL / Ed Sloane
Apesar do susto e da repercussão nas redes sociais, registros públicos e arquivos da imprensa neozelandesa apontam que incidentes desse tipo seguem sendo raros nos tradicionais points da região, como Manu Bay, Indicators e Whale Bay.
Próxima etapa do Championship Tour
A próxima parada do Championship Tour 2026 será o Surf City El Salvador Pro Presented by Corona Cero, com janela entre os dias 5 e 15 de junho. O Brasil chega embalado para a sequência da temporada e novamente como principal força do circuito mundial.
Resultados finais — Corona Cero New Zealand Pro Presented by Bonsoy
Final feminina
- Carissa Moore (Haw) — 17.90
- Sawyer Lindblad (EUA) — 16.67
Final masculina
- Italo Ferreira (Bra) — 17.50
- Morgan Cibilic (Aus) — 15.80
Semifinais masculinas
Bateria 1
Morgan Cibilic (Aus) 15.34 x 12.20 Griffin Colapinto (EUA)
Bateria 2
Italo Ferreira (Bra) 15.10 x 12.33 Yago Dora (Bra)

A festa da torcida para Italo. Foto: WSL / Oscar Hetherington
Ranking masculino da WSL 2026 após Raglan
- Italo Ferreira (Bra) — 22.725 pts
- Miguel Pupo (Bra) — 21.385 pts
- Gabriel Medina (Bra) — 20.525 pts
- Yago Dora (Bra) — 19.630 pts
- George Pittar (Aus) — 17.640 pts
- Ethan Ewing (Aus) — 16.745 pts
- Samuel Pupo (Bra) — 16.575 pts
- Griffin Colapinto (EUA) — 16.490 pts
- Leonardo Fioravanti (Ita) — 16.130 pts
- Filipe Toledo (Bra) — 15.150 pts
Ranking feminino da WSL 2026 após Raglan
- Gabriela Bryan (Haw) — 27.180 pts
- Luana Silva (Bra) — 24.570 pts
- Molly Picklum (Aus) — 22.885 pts
- Caitlin Simmers (EUA) — 21.610 pts
- Sawyer Lindblad (EUA) — 20.795 pts
- Carissa Moore (Haw) — 20.000 pts
- Isabella Nichols (Aus) — 18.540 pts
- Bettylou Sakura Johnson (Haw) — 17.345 pts
- Caroline Marks (EUA) — 15.870 pts
- Tyler Wright (Aus) — 14.555 pts
Brasil
Hang Loose Surf Attack 2026 abre temporada no Guarujá
Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 teve altas ondas, chuva e grandes performances na Praia do Tombo, no Guarujá.
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2 semanas atrásem
25/05/2026Por
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Finalistas da Sub-18 masculina na primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, na Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha
A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 aconteceu entre os dias 22 e 24 de maio, na Praia do Tombo, em Guarujá (SP), reunindo alguns dos principais nomes da nova geração do surfe brasileiro.
Clique aqui para ver os resultados e ranking do Hang Loose Surf Attack
Mesmo com muita chuva e tempo fechado durante os três dias de competição, a Praia do Tombo não negou ondas. O mar apresentou ondas de até um metro e meio de altura, com direitas e esquerdas abrindo com qualidade e proporcionando ótimas performances aos atletas ao longo de todo o evento.

Categoria Sub-18 feminina. Foto: Erik Medalha
Na categoria Sub 18 Masculino, John Muller, do Guarujá, conquistou a vitória após superar Kalani Robles, de Ubatuba, na grande final. Vini Palma, de Praia Grande, e Nicolas Pereira, do Ceará, completaram o pódio da categoria.
Já no Sub 16 Masculino, Nicolas Pereira brilhou nas boas ondas do Tombo e garantiu o título diante de Saymon Rocha, também do Ceará. Keoni Renno, de Ubatuba, terminou na terceira colocação, seguido por Vini Palma.

Categoria Sub-16 masculina. Foto: Erik Medalha
No Sub 14 Masculino, o domínio cearense apareceu novamente com Lucas Peixoto levando a melhor sobre Saymon Rocha na decisão. Matheus Jhones, do Guarujá, e Bernardo Pires, de Praia Grande, fecharam a final.
Entre os mais novos, Ruda Nascimento, da Bahia, venceu a categoria Sub 12 Masculino, deixando Fernando Medina, de Praia Grande, na segunda posição. Thomas Monteiro, de São Sebastião, e Bernardo Pires completaram a final.

Categoria Sub-16 feminina. Foto: Erik Medalha
No feminino, Julia Stefani, de Praia Grande, venceu a categoria Sub 18 Feminino após uma final equilibrada contra Luiza Savoi, de Ubatuba. Maeva Guastala e Carol Bastides também chegaram à decisão.
Carol Bastides, por sua vez, conquistou o título do Sub 16 Feminino diante de Alexia de Oliveira. Giovanna Rocha e Isabel Meyer também avançaram à grande final.

Categoria Sub-14 masculina. Foto: Erik Medalha
Na categoria Sub 14 Feminino, Alexia de Oliveira garantiu a vitória sobre Maria Clara em mais uma bateria bastante disputada. Isabel Meyer e Catarina Kobayashi completaram a decisão.
Fechando as finais femininas, Maria Clara venceu a categoria Sub 12 Feminino, superando Laura de Souza na bateria decisiva. Fernanda Pina e Nayma Mathey também chegaram à final.

Categoria Sub-14 feminina. Foto: Erik Medalha
No ranking por cidades da primeira etapa, Ubatuba terminou na liderança com 7680 pontos, seguido por Guarujá com 6920 pontos e Praia Grande com 5520 pontos.
Além dos títulos das categorias, o evento também premiou os atletas que conquistaram as maiores somatórias da etapa. Vini Palma registrou 16.15 pontos em 20 possíveis na segunda fase da categoria Sub 16 Masculino, garantindo uma das melhores performances do campeonato.

Categoria Sub-12 masculina. Foto: Erik Medalha
Já Alexia de Oliveira brilhou na final da categoria Sub 14 Feminino ao somar 14.00 pontos. Como premiação especial, ambos receberam um forno elétrico oferecido pela Layr.
A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 contou com patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu-Wax, além da colaboração da Prefeitura Municipal de Guarujá, Associação de Surf do Guarujá, Senses Praia Hotel, Açaí Granola, SR Veículos e Tachão de Ubatuba.
As próximas etapas do Hang Loose Surf Attack 2026 já estão definidas. A segunda parada do circuito acontece em Ubatuba, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, na tradicional Praia de Itamambuca. Já a terceira e última etapa do campeonato será realizada em Maresias.

Categoria Sub-12 feminina. Foto: Erik Medalha
Resultados finais
Sub 18 masculino
- John Muller (Guarujá)
- Kalani Robles (Ubatuba)
- Vini Palma (Praia Grande)
- Nicolas Pereira (Ceará)
Sub 16 masculino
- Nicolas Pereira (Ceará)
- Saymon Rocha (Ceará)
- Keoni Renno (Ubatuba)
- Vini Palma (Praia Grande)
Sub 14 masculino
- Lucas Peixoto (Ceará)
- Saymon Rocha (Ceará)
- Matheus Jhones (Guarujá)
- Bernardo Pires (Praia Grande)
Sub 12 masculino
- Ruda Nascimento (Bahia)
- Fernando Medina (Praia Grande)
- Thomas Monteiro (São Sebastião)
- Bernardo Pires (Praia Grande)
Sub 18 feminino
- Julia Stefani (Praia Grande)
- Luiza Savoi (Ubatuba)
- Maeva Guastala (Ubatuba)
- Carol Bastides (Praia Grande)
Sub 16 feminino
- Carol Bastides (Praia Grande)
- Alexia de Oliveira
- Giovanna Rocha (Guarujá)
- Isabel Meyer (Bertioga)
Sub 14 feminino
- Alexia de Oliveira
- Maria Clara (Guarujá)
- Isabel Meyer (Bertioga)
- Catarina Kobayashi (Ubatuba)
Sub 12 feminino
- Maria Clara (Guarujá)
- Laura de Souza (Santos)
- Fernanda Pina (Santos)
- Nayma Mathey (Ubatuba)

Ubatuba vence a disputa por cidades e Guarujá fica com o vice. Foto: Erik Medalha
Ranking por cidades
- Ubatuba — 7680 pontos
- Guarujá — 6920 pontos
- Praia Grande — 5520 pontos
- Santos — 5198 pontos
- São Sebastião — 4786 pontos
- São Paulo — 2425 pontos
- Bertioga — 2240 pontos
- Mongaguá — 1795 pontos
- Itanhaém — 1590 pontos
- Caraguatatuba — 1480 pontos
- Peruíbe — 1090 pontos
- São Vicente — 610 pontos
- Ilhabela — 360 pontos

Vini Palma e Alexia de Oliveira são premiados pelas maiores somatórias da etapa. Foto: Erik Medalha
Charles Medina no Fala Papah!
Brasil domina ranking da WSL após etapa histórica em Raglan

