Conecte-se conosco
barra inferior

Brasil

Ubatuba volta ao Circuito Banco do Brasil de Surfe

Após quatro anos, Ubatuba volta a receber etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe na Praia de Itamambuca entre 30 de abril e 3 de maio.

Publicado

em

Ryan Kainalo CircuitoBancoDoBrasilDeSurfe WSL Dia2 Imbituba MarcioDavidPHOTO0043 CircuitoBancoDoBrasilDeSurfe WSL Dia3 Imbituba MarcioDavidPhoto0014

Ryan Kainalo é um dos talentos do Circuito Banco do Brasil de Surfe da WSL. Foto: WSL Brasil / Marcio David

Ubatuba está preparada para voltar a receber uma etapa da WSL. Após quase quatro anos, a cidade paulista retornará a ter espaço no Qualifying Series, desta vez com a segunda etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2026, na Praia de Itamambuca, entre os dias 30 de abril e 3 de maio. A competição terá validade para o ranking sul-americano da WSL e pontuação de 4.000 pontos, tanto no masculino como no feminino, quatro vezes maior que a última edição realizada na cidade, em 2022.

Além de toda a ação na água, o público poderá participar de ativações promovidas pelo BB na areia da praia. As ações incluem clínica de altinha, aulas de surfe, recreação para crianças, totem com protetor solar gratuito, lounge com área de descanso e carregador de celular, aluguel gratuito de cadeiras e guarda-sol e filtro de água com distribuição gratuita e copo reutilizáveis.

Além disso, a WSL promoverá uma programação personalizada para o público ao longo dos dias, assim como ocorre em todas as etapas do Circuito Banco do Brasil de Surfe.

“Como fã do surfe brasileiro, o Banco do Brasil volta a Ubatuba para reforçar o seu compromisso com o desenvolvimento do esporte de base, a revelação de novos talentos e a consequente geração de novos ídolos nacionais, sem esquecer da valorização de atletas que já fazem história no esporte”, diz Mauricio Toledo, executivo de marketing do BB.

Ele lembra que o Circuito Banco do Brasil de Surfe é muito mais do que uma competição esportiva. “O Circuito gera impacto econômico, social e ambiental, aproxima atletas e comunidades e conecta o esporte de alto rendimento com a vida das pessoas”, finaliza.

Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP). Foto: Daniel Smorigo / WSL Brasil

Após quatro anos, Ubatuba volta a receber etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe. Foto: Daniel Smorigo / WSL Brasil

Para a prefeitura de Ubatuba, a volta da WSL reforça a posição da cidade como um dos berços do surfe nacional. A expectativa é de que o evento possa movimentar o comércio local com a presença de novos turistas. “Ubatuba é um berço do surfe nacional e uma das cidades mais tradicionais do país quando o assunto é mar, esporte e preservação. Estar presente nesse evento e conseguir trazer de volta a nossa cidade, nos aproxima e coloca  nossa cidade novamente no mapa das grandes competições internacionais”, destacou a prefeita Flávia Pascoal.

O Circuito Banco do Brasil de Surfe chega à sua 20ª etapa em cinco anos desde sua criação, em 2022, se consolidando como a maior plataforma de revelação de talentos para o surfe mundial. Já foram mais de 2.100 inscrições realizadas, com mais de 700 atletas únicos competindo ao longo das edições. Ao todo, 28 campeões levantaram troféus, evidenciando o alto grau de competitividade e renovação constante. O circuito também se destaca pela formação de base: 24,4% deles menores de 18 anos competindo em um circuito profissional, o que revela a geração de oportunidades para a nova geração e consolida o circuito como o maior revelador de talentos para o futuro do surfe.

Presidente da WSL América Latina, Ivan Martinho, reiterou a importância da volta de Ubatuba ao Qualifying Series e como isso impacta em novas promessas no surfe brasileiro. “É muito importante para nós que a WSL esteja nos berços do surfe mundial, como é o caso de Ubatuba. Acredito que, com o circuito presente na cidade após alguns anos, o interesse e o desenvolvimento pelo esporte aumentem, gerando um impacto positivo para o surfe brasileiro”, declarou Ivan.

Com representantes de 16 nacionalidades, o Circuito Banco do Brasil de Surfe se consolidou como porta de entrada internacional do QS e principal funil rumo ao Challenger Series. No ciclo total entre 2022 e 2028, estão previstas 33 etapas, sendo 18 realizadas entre 2022 e 2025 e outras 15 programadas até 2028, um crescimento de 54% no número de eventos. Ao longo desse percurso, o circuito já passou por nove estados brasileiros, fortalecendo polos formadores de talentos.

Grandes nomes atuais e que já passaram pelo Championship Tour também já competiram no Circuito Banco do Brasil de Surfe, como Italo Ferreira, Adriano de Souza, João Chianca, Miguel Pupo, Samuel Pupo, Mateus Herdy, Silvana Lima, Wiggolly Dantas, Peterson Crisanto, Jadson André, Alex Ribeiro e Edgard Groggia. Revelações como a atual campeã do QS da WSL South América e atleta BB Tainá Hinckel, a campeã Pro Junior e sul-americana, Laura Raupp, bem como Sophia Medina, Gabriel Klaussner, Rodrigo Saldanha e Ryan Kainalo são alguns dos maiores talentos da nova geração e também ajudam a elevar o nível técnico das disputas.

Além das baterias decisivas no mar, o evento transforma a areia da Praia de Itamambuca em um grande festival esportivo e cultural. A programação inclui campeonato de altinha, atividades gratuitas para o público, ações de educação ambiental com o Projeto Tamar, shows musicais e atrações voltadas para toda a família, ampliando o impacto turístico e econômico para a cidade.

A sustentabilidade também é um dos pilares do circuito. Todas as etapas seguem o protocolo da WSL One Ocean, com neutralização total de carbono e ações de redução de resíduos. As iniciativas incluem zero uso de plástico descartável, parcerias com cooperativas locais e reutilização integral das lonas utilizadas nos eventos, que são transformadas em lixeiras ecológicas, bancos de praça, necessaires, abrigos de pontos de ônibus e estruturas para preservação da vegetação nativa. As abraçadeiras de nylon também são reaproveitadas e convertidas em quilhas de prancha e raspadores de parafina. Mutirões de limpeza de praia e programas educativos em escolas públicas reforçam o legado ambiental em cidades como Salvador, Garopaba (SC), São Sebastião (SP), Marechal Deodoro (AL), Torres (RS), Natal, Guarapari (ES), Imbituba (SC) e Saquarema (RJ).

Outro destaque é o programa WSL Novas Ondas, realizado em todas as etapas. A iniciativa reúne crianças da comunidade local, entre 8 e 15 anos, para um encontro com atletas profissionais. Elas participam de bate-papos sobre carreira, educação e superação, recebem lycras oficiais, acessórios, autógrafos e ainda entram no mar para uma sessão especial de surfe, fortalecendo o vínculo entre ídolos e nova geração.

Com tradição, expansão recorde e um modelo que integra esporte, sustentabilidade e impacto social, o Circuito Banco do Brasil de Surfe chega a sua segunda etapa da temporada 2026 visando o fortalecimento e desenvolvimento do surfe de base.

Sobre a WSL

A World Surf League (WSL) é a casa do surf competitivo no planeta, coroando campeões mundiais desde 1976, apresentando os melhores surfistas do mundo. A WSL supervisiona o cenário competitivo global do surf e estabelece o padrão para o desempenho de alta performance no ambiente mais dinâmico de todos os esportes. Com um firme compromisso com os seus valores, a WSL prioriza a proteção do oceano, a igualdade de gêneros e a rica herança do esporte, ao mesmo tempo que destaca a progressão e a inovação.

Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.

Sobre o Circuito Banco do Brasil de Surfe

O Circuito Banco do Brasil de Surfe é uma das principais plataformas de desenvolvimento do surfe nacional, reunindo atletas profissionais e novos talentos em etapas realizadas em diferentes regiões do país. Em parceria com a WSL, o circuito integra o Qualifying Series (QS) sul-americano, distribuindo pontos para o ranking regional e servindo como porta de entrada para a elite mundial. Além das competições, o evento se destaca por oferecer experiências completas com ativações, programação cultural, ações sociais e iniciativas de sustentabilidade, impulsionando o turismo e a economia local nas cidades-sede.

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Brasil

Baterias definidas para o Hang Loose Surf Attack

Baterias estão definidas para a etapa final do Hang Loose Surf Attack 2026, que começa quinta-feira (17), na Praia de Maresias.

Publicado

em

Por

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

A nova geração do surfe brasileiro entra em ação na etapa decisiva do Hang Loose Surf Attack 2026, em Maresias. Foto: Erik Medalha

As baterias da terceira e última etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 estão definidas. A competição começa nesta quinta-feira (17), na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP), e segue até sábado (19), com a definição dos campeões da 36ª edição do tradicional circuito de base.

Clique aqui para ver a relação de baterias da terceira etapa

A etapa decisiva reunirá atletas das categorias Sub-12, Sub-14, Sub-16 e Sub-18, no masculino e feminino. Os confrontos do primeiro round já foram montados pela organização, incluindo os principais candidatos aos títulos da temporada.

Líderes entram na disputa

No Sub-18 Masculino, John Muller, líder do ranking depois das duas primeiras etapas, estreia na primeira bateria, enquanto Kalani Robles, segundo colocado, está na quinta bateria. Muller chega embalado pela conquista da medalha de cobre no Mundial Júnior da International Surfing Association (ISA), em El Salvador.

A Sub-16 Masculino terá Vini Palma, atual líder da categoria, abrindo sua participação na primeira bateria. Entre seus principais concorrentes, Nicolas Pereira aparece na sexta bateria, enquanto Saymon Rocha está na sétima.

Na Sub-14 Masculino, Matheus Jhones está na quinta bateria do round inicial. Saymon Rocha aparece na quarta, enquanto Lucas Peixoto disputa a oitava bateria.

Já na Sub-12 Masculino, Rafael Miranda abre a competição na primeira bateria, ao lado de Kalani Sakugawa, Luke Schmidt e Gael Amorim.

Disputas femininas

Entre as meninas, Julia Stefani está na quinta bateria do Sub-18, enquanto Alexia Oliveira, Isabel Meyer, Manu Medeiros e Carol Bastides são as cabeças das quatro primeiras baterias.

No Sub-16, Carol Bastides aparece na quinta bateria e Mariana Elias na sexta. Julia Stefani disputa a terceira bateria.

A Sub-14 terá Alexia Oliveira na quinta bateria, enquanto Isabel Meyer, Joana Costa, Catarina Kobayashi e Maria Clara encabeçam as quatro primeiras.

Na Sub-12 Feminino, Maria Clara, vencedora das duas primeiras etapas da temporada, está na primeira bateria. Fernanda Pina encabeça a segunda e Nayma Mathey a terceira.

Pontuação maior na etapa final

A passagem por Maresias será decisiva para a definição dos campeões individuais do Hang Loose Surf Attack 2026. Na terceira etapa, a pontuação dos atletas terá peso 1,5 no ranking individual, aumentando as possibilidades de mudanças nas classificações das oito categorias.

Já na disputa entre cidades/associações, a pontuação permanece normal, sem o peso adicional. A cidade vencedora da etapa receberá 1.000 pontos para o ranking da temporada.

Depois das duas primeiras etapas, os líderes individuais são John Muller (Sub-18), Vini Palma (Sub-16), Matheus Jhones (Sub-14) e Rafael Miranda (Sub-12), no masculino. No feminino, lideram Julia Stefani (Sub-18), Carol Bastides (Sub-16), Alexia Oliveira (Sub-14) e Maria Clara (Sub-12).

Entre as cidades, Ubatuba chega a Maresias na liderança, seguida por Guarujá e Praia Grande.

A terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 tem patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu Wax, A Firma Pizzas, Tachão de Ubatuba, 4 Telecom, Secretaria de Esporte e Lazer da Prefeitura Municipal de São Sebastião, Associação de Surf de São Sebastião (ASSS) e Associação de Surf de Maresias (ASM). A homologação é da Federação de Surf do Estado de São Paulo (SPSurf). Hospedagem oficial: Pousada Maréatoa.

Confira as baterias completas da etapa decisiva do Hang Loose Surf Attack 2026 no AOS Mídia.

Continue Lendo

Brasil

Hang Loose Surf Attack abre nova fase de inscrições

Hang Loose Surf Attack 2026 entra em nova fase de inscrições para a decisão em Maresias. Confira prazos, regras e atletas já garantidos.

Publicado

em

Por

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Kalani Robles é um dos destaques do Hang Loose Surf Attack. Foto: Erik Medalha

As inscrições para a etapa decisiva do Hang Loose Surf Attack 2026 entraram em uma nova fase. Depois do encerramento do período antecipado para surfistas de fora de São Paulo, começou o processo destinado aos atletas paulistas, enquanto competidores de outros estados que perderam o primeiro prazo ainda podem tentar vagas remanescentes.

A terceira e última etapa da 36ª edição do tradicional circuito de base será realizada nos dias 17, 18 e 19 de setembro, na Praia de Maresias, em São Sebastião (SP). Além de definir os campeões da temporada, a competição terá peso maior tanto no ranking individual quanto na disputa entre as associações.

Inscrições para atletas de São Paulo

O período destinado aos atletas paulistas começou no dia 26 de agosto, às 8h, e segue até 10 de setembro, às 18h.

Nesta fase, os pedidos dos surfistas de São Paulo devem ser encaminhados exclusivamente pelas Associações Municipais. Inscrições avulsas serão descartadas.

As associações podem encaminhar quantos nomes desejarem em cada categoria, desde que cada solicitação esteja acompanhada do respectivo pagamento e os atletas sejam apresentados em ordem de prioridade.

Cada associação será responsável por estabelecer seu próprio critério de prioridade, que será utilizado para o preenchimento das vagas.

O ranking acumulado das duas primeiras etapas do Hang Loose Surf Attack será utilizado somente para a distribuição dos atletas nas baterias, e não como critério para obtenção de vaga.

Hang Loose Surf Attack 2026, Praia de Itamambuca, Ubatuba (SP), segunda etapa. Foto: Erik Medalha

Matheus Jhones lidera a categoria Sub-14. Foto: Erik Medalha

Atletas de outros estados ainda podem tentar vaga

O encerramento do período antecipado não significa que os surfistas de fora de São Paulo estejam impedidos de participar do processo.

Quem não realizou a inscrição no primeiro prazo ainda poderá solicitar uma vaga até o encerramento final das inscrições.

Esses atletas poderão preencher vagas inicialmente destinadas aos competidores de fora de São Paulo que não tenham sido ocupadas. Também poderão tentar vagas que eventualmente permaneçam disponíveis caso as associações paulistas não preencham todas as suas cotas.

Atletas de fora de São Paulo já garantidos

Os atletas que realizaram o processo dentro do período antecipado e já estão com vaga garantida na etapa de Maresias são:

Sub-16 Masculino

Lucas Peixoto (CE)
Saymon Rocha (CE)
Eric Grattz (ES)
Joaquim Hermeto (RJ)

Sub-14 Masculino

Lucas Peixoto (CE)
Saymon Rocha (CE)
Eric Grattz (ES)
João Gabriel (BA)
Joaquim Hermeto (RJ)

Sub-12 Feminino

Ayla Lopes (PB)

Como fazer a inscrição

Todas as solicitações devem conter nome do atleta, estado, categoria pretendida e comprovante de pagamento.

Para os atletas de São Paulo, o envio deve obedecer ao processo realizado pelas respectivas Associações Municipais.

A documentação deverá ser encaminhada para:

E-mail: bukaosurf@gmail.com

Solicitações feitas exclusivamente por WhatsApp, telefone ou qualquer outro meio não serão consideradas sem o pedido e a confirmação pelo e-mail informado pela organização.

O valor da inscrição é de R$ 270 por categoria.

Dados para pagamento

Banco Itaú
Agência: 0245
Conta: 09289/500
Favorecido: Sílvio da Silva

PIX
Chave: inscricao@fpsurf.com.br

Para efeito do prazo de inscrição, será considerado o momento do recebimento do comprovante pela organização, e não o horário em que o pagamento foi realizado.

Lista de espera e devolução

Após a divulgação das baterias, os atletas que não conseguirem vaga poderão solicitar imediatamente a devolução do valor pago ou optar por manter o crédito e permanecer na lista de espera para uma eventual desistência.

Quem solicitar a devolução imediata deixará a lista de espera.

Já o atleta que conseguir uma vaga, tiver seu nome incluído na bateria e não comparecer ao evento somente receberá a devolução caso outro competidor ocupe seu lugar. Se o nome permanecer na bateria como WO, o valor não será devolvido.

Etapa final terá peso maior no ranking

Maresias terá importância especial na definição dos campeões do Hang Loose Surf Attack 2026.

A pontuação obtida pelos atletas de acordo com suas colocações na terceira etapa será multiplicada por 1,5, tanto no ranking individual quanto na classificação por equipes.

Depois de duas etapas, os líderes individuais são John Muller, na Sub-18 Masculino; Vini Palma, na Sub-16 Masculino; Matheus Jhones, na Sub-14 Masculino; Rafael Miranda, na Sub-12 Masculino; Julia Stefani, na Sub-18 Feminino; Carol Bastides, na Sub-16 Feminino; Alexia Oliveira, na Sub-14 Feminino; e Maria Clara, na Sub-12 Feminino.

Entre as associações, Ubatuba lidera com 2.000 pontos, seguida por Guarujá, com 1.720, e Praia Grande, com 1.460. São Sebastião e Santos dividem a quarta posição, com 1.280 pontos.

Premiação em Maresias

A premiação em dinheiro será destinada às categorias Sub-14, Sub-16 e Sub-18, no masculino e feminino:

1º lugar – R$ 1.000
2º lugar – R$ 800
3º lugar – R$ 500
4º lugar – R$ 400

As categorias Sub-12 Masculino e Sub-12 Feminino não terão premiação em dinheiro.

Os atletas com direito à premiação deverão encaminhar suas chaves PIX para bukaosurf@gmail.com, inclusive aqueles que já tenham recebido valores em etapas anteriores.

Decisão do Hang Loose Surf Attack em Maresias

Depois das etapas do Guarujá e de Ubatuba, o Hang Loose Surf Attack 2026 chega a Maresias para definir os campeões de sua 36ª edição.

Evento: terceira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026
Local: Praia de Maresias, São Sebastião (SP)
Datas: 17, 18 e 19 de setembro de 2026
Prazo atual: inscrições para atletas de São Paulo até 10 de setembro, às 18h

Continue Lendo

Bahia

Christiano Spirro relembra histórias com lendas do surfe

Christiano Spirro relembra histórias com Andy Irons, Kelly Slater e Shane Dorian e conta sua trajetória da elite mundial à fisioterapia.

Publicado

em

Por

Crhistiano Spirro e Ader Oliveira no Podcast Fala Papah, do canal AOS Mídia, SurfBahia, Surf Bahia, WSL. Foto: Divulgação

Crhistiano Spirro e Ader Oliveira no Podcast Fala Papah, do canal AOS Mídia, SurfBahia, Surf Bahia, WSL. Foto: Divulgação

Christiano Spirro é um dos nomes mais importantes da história do surfe baiano. Integrante da elite mundial em 1999, o surfista de Salvador foi o convidado do novo episódio do Fala Papah!, podcast do AOS Mídia, e relembrou histórias marcantes de sua carreira, incluindo episódios com Andy Irons, Kelly Slater, Shane Dorian e outros grandes nomes do surfe mundial.

Hoje fisioterapeuta, Christiano Fráguas, o popular Spirro, voltou no tempo para contar como um jovem surfista da Bahia conseguiu chegar ao principal circuito do planeta em uma época completamente diferente da atual.

Christiano Spirro e a histórica bateria contra Andy Irons

Um dos grandes momentos da conversa é a história da vitória de Spirro sobre Andy Irons em Fiji. O brasileiro relembra em detalhes a bateria contra o havaiano e conta que a disputa não terminou quando a sirene tocou.

Depois da derrota, Andy Irons ficou furioso com a estratégia utilizada pelo baiano. Spirro conta no Fala Papah! como foi o encontro entre os dois após a bateria e a tensão provocada pelo resultado.

O episódio mostra também como eram diferentes as disputas daquela geração, quando algumas baterias ainda não contavam com o sistema de prioridade utilizado atualmente.

Final histórica com Kelly Slater em Sunset Beach

Spirro também relembra uma campanha histórica em Sunset Beach, no Havaí. O baiano chegou à decisão de uma etapa do WQS que contou com nomes como Kelly Slater e Shane Dorian.

Mas existe um detalhe importante nessa história: antes da decisão, Spirro sofreu uma lesão na coluna. Mesmo machucado, entrou na água para disputar a final.

A lesão acabaria tendo influência não apenas em sua carreira como surfista, mas também no caminho escolhido posteriormente. Durante o podcast, Spirro explica sua aproximação com a fisioterapia e a importância que os estudos tiveram na preparação para a vida depois do surfe profissional.

Histórias com Shane Dorian, Rob Machado e grandes nomes do surfe

As quase duas horas de conversa também renderam muitas histórias de bastidores.

Spirro conta, por exemplo, o dia em que entrou por engano em uma onda de Shane Dorian durante um treino em Fiji. A situação terminou com a prancha do havaiano quebrada e um constrangido Spirro oferecendo-se para pagar o prejuízo.

Rob Machado também aparece nas lembranças. O baiano recorda, bem-humorado, uma bateria no Japão em que enfrentou o norte-americano e admite ter levado uma verdadeira “surra” dentro d’água.

Kelly Slater, Fábio Gouveia, Jojó de Olivença, Armando Daltro, Neco e Teco Padaratz, Peterson Rosa, Guilherme Herdy, Renan Rocha e Vitor Ribas estão entre outros personagens lembrados durante o programa.

Da elite mundial à fisioterapia

Além das histórias divertidas, o episódio apresenta outro lado de Christiano Spirro. Depois da carreira competitiva, ele seguiu uma trajetória profissional longe dos campeonatos e tornou-se fisioterapeuta.

A conversa passa pela importância da educação para os atletas, pelas dificuldades de viver exclusivamente do surfe e pelas diferenças entre a geração de Spirro e os jovens que atualmente podem construir uma carreira também através das redes sociais e da criação de conteúdo.

O baiano ainda analisa o atual sistema de classificação para o Championship Tour, fala sobre o circuito brasileiro Master e revela qual sonho ligado ao surfe ainda pretende realizar: fazer uma surf trip reunindo seus três filhos e a esposa.

O episódio completo de Christiano Spirro no Fala Papah! está disponível no YouTube e Spotify.

Continue Lendo

Bombando

Você não pode copiar conteúdos deste site.