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Ubatuba volta ao Circuito Banco do Brasil de Surfe
Após quatro anos, Ubatuba volta a receber etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe na Praia de Itamambuca entre 30 de abril e 3 de maio.
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2 meses atrásem
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Rodrigo Bauso
Ryan Kainalo é um dos talentos do Circuito Banco do Brasil de Surfe da WSL. Foto: WSL Brasil / Marcio David
Ubatuba está preparada para voltar a receber uma etapa da WSL. Após quase quatro anos, a cidade paulista retornará a ter espaço no Qualifying Series, desta vez com a segunda etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe 2026, na Praia de Itamambuca, entre os dias 30 de abril e 3 de maio. A competição terá validade para o ranking sul-americano da WSL e pontuação de 4.000 pontos, tanto no masculino como no feminino, quatro vezes maior que a última edição realizada na cidade, em 2022.
Além de toda a ação na água, o público poderá participar de ativações promovidas pelo BB na areia da praia. As ações incluem clínica de altinha, aulas de surfe, recreação para crianças, totem com protetor solar gratuito, lounge com área de descanso e carregador de celular, aluguel gratuito de cadeiras e guarda-sol e filtro de água com distribuição gratuita e copo reutilizáveis.
Além disso, a WSL promoverá uma programação personalizada para o público ao longo dos dias, assim como ocorre em todas as etapas do Circuito Banco do Brasil de Surfe.
“Como fã do surfe brasileiro, o Banco do Brasil volta a Ubatuba para reforçar o seu compromisso com o desenvolvimento do esporte de base, a revelação de novos talentos e a consequente geração de novos ídolos nacionais, sem esquecer da valorização de atletas que já fazem história no esporte”, diz Mauricio Toledo, executivo de marketing do BB.
Ele lembra que o Circuito Banco do Brasil de Surfe é muito mais do que uma competição esportiva. “O Circuito gera impacto econômico, social e ambiental, aproxima atletas e comunidades e conecta o esporte de alto rendimento com a vida das pessoas”, finaliza.

Após quatro anos, Ubatuba volta a receber etapa do Circuito Banco do Brasil de Surfe. Foto: Daniel Smorigo / WSL Brasil
Para a prefeitura de Ubatuba, a volta da WSL reforça a posição da cidade como um dos berços do surfe nacional. A expectativa é de que o evento possa movimentar o comércio local com a presença de novos turistas. “Ubatuba é um berço do surfe nacional e uma das cidades mais tradicionais do país quando o assunto é mar, esporte e preservação. Estar presente nesse evento e conseguir trazer de volta a nossa cidade, nos aproxima e coloca nossa cidade novamente no mapa das grandes competições internacionais”, destacou a prefeita Flávia Pascoal.
O Circuito Banco do Brasil de Surfe chega à sua 20ª etapa em cinco anos desde sua criação, em 2022, se consolidando como a maior plataforma de revelação de talentos para o surfe mundial. Já foram mais de 2.100 inscrições realizadas, com mais de 700 atletas únicos competindo ao longo das edições. Ao todo, 28 campeões levantaram troféus, evidenciando o alto grau de competitividade e renovação constante. O circuito também se destaca pela formação de base: 24,4% deles menores de 18 anos competindo em um circuito profissional, o que revela a geração de oportunidades para a nova geração e consolida o circuito como o maior revelador de talentos para o futuro do surfe.
Presidente da WSL América Latina, Ivan Martinho, reiterou a importância da volta de Ubatuba ao Qualifying Series e como isso impacta em novas promessas no surfe brasileiro. “É muito importante para nós que a WSL esteja nos berços do surfe mundial, como é o caso de Ubatuba. Acredito que, com o circuito presente na cidade após alguns anos, o interesse e o desenvolvimento pelo esporte aumentem, gerando um impacto positivo para o surfe brasileiro”, declarou Ivan.
Com representantes de 16 nacionalidades, o Circuito Banco do Brasil de Surfe se consolidou como porta de entrada internacional do QS e principal funil rumo ao Challenger Series. No ciclo total entre 2022 e 2028, estão previstas 33 etapas, sendo 18 realizadas entre 2022 e 2025 e outras 15 programadas até 2028, um crescimento de 54% no número de eventos. Ao longo desse percurso, o circuito já passou por nove estados brasileiros, fortalecendo polos formadores de talentos.
Grandes nomes atuais e que já passaram pelo Championship Tour também já competiram no Circuito Banco do Brasil de Surfe, como Italo Ferreira, Adriano de Souza, João Chianca, Miguel Pupo, Samuel Pupo, Mateus Herdy, Silvana Lima, Wiggolly Dantas, Peterson Crisanto, Jadson André, Alex Ribeiro e Edgard Groggia. Revelações como a atual campeã do QS da WSL South América e atleta BB Tainá Hinckel, a campeã Pro Junior e sul-americana, Laura Raupp, bem como Sophia Medina, Gabriel Klaussner, Rodrigo Saldanha e Ryan Kainalo são alguns dos maiores talentos da nova geração e também ajudam a elevar o nível técnico das disputas.
Além das baterias decisivas no mar, o evento transforma a areia da Praia de Itamambuca em um grande festival esportivo e cultural. A programação inclui campeonato de altinha, atividades gratuitas para o público, ações de educação ambiental com o Projeto Tamar, shows musicais e atrações voltadas para toda a família, ampliando o impacto turístico e econômico para a cidade.
A sustentabilidade também é um dos pilares do circuito. Todas as etapas seguem o protocolo da WSL One Ocean, com neutralização total de carbono e ações de redução de resíduos. As iniciativas incluem zero uso de plástico descartável, parcerias com cooperativas locais e reutilização integral das lonas utilizadas nos eventos, que são transformadas em lixeiras ecológicas, bancos de praça, necessaires, abrigos de pontos de ônibus e estruturas para preservação da vegetação nativa. As abraçadeiras de nylon também são reaproveitadas e convertidas em quilhas de prancha e raspadores de parafina. Mutirões de limpeza de praia e programas educativos em escolas públicas reforçam o legado ambiental em cidades como Salvador, Garopaba (SC), São Sebastião (SP), Marechal Deodoro (AL), Torres (RS), Natal, Guarapari (ES), Imbituba (SC) e Saquarema (RJ).
Outro destaque é o programa WSL Novas Ondas, realizado em todas as etapas. A iniciativa reúne crianças da comunidade local, entre 8 e 15 anos, para um encontro com atletas profissionais. Elas participam de bate-papos sobre carreira, educação e superação, recebem lycras oficiais, acessórios, autógrafos e ainda entram no mar para uma sessão especial de surfe, fortalecendo o vínculo entre ídolos e nova geração.
Com tradição, expansão recorde e um modelo que integra esporte, sustentabilidade e impacto social, o Circuito Banco do Brasil de Surfe chega a sua segunda etapa da temporada 2026 visando o fortalecimento e desenvolvimento do surfe de base.
Sobre a WSL
A World Surf League (WSL) é a casa do surf competitivo no planeta, coroando campeões mundiais desde 1976, apresentando os melhores surfistas do mundo. A WSL supervisiona o cenário competitivo global do surf e estabelece o padrão para o desempenho de alta performance no ambiente mais dinâmico de todos os esportes. Com um firme compromisso com os seus valores, a WSL prioriza a proteção do oceano, a igualdade de gêneros e a rica herança do esporte, ao mesmo tempo que destaca a progressão e a inovação.
Para mais informações, visite o WorldSurfLeague.com.
Sobre o Circuito Banco do Brasil de Surfe
O Circuito Banco do Brasil de Surfe é uma das principais plataformas de desenvolvimento do surfe nacional, reunindo atletas profissionais e novos talentos em etapas realizadas em diferentes regiões do país. Em parceria com a WSL, o circuito integra o Qualifying Series (QS) sul-americano, distribuindo pontos para o ranking regional e servindo como porta de entrada para a elite mundial. Além das competições, o evento se destaca por oferecer experiências completas com ativações, programação cultural, ações sociais e iniciativas de sustentabilidade, impulsionando o turismo e a economia local nas cidades-sede.
Brasil
Charles Medina no Fala Papah!
Charles Medina participa do Fala Papah! e comenta disciplina, pressão no esporte, família e os bastidores da formação de atletas.
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2 semanas atrásem
28/05/2026Por
aos-midia
Charles Medina é o novo convidado do podcast Fala Papah! Foto: Divulgação
O novo episódio do podcast Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, traz uma conversa profunda e cheia de reflexões com Charles Medina, um dos nomes mais importantes da história recente do surfe brasileiro. Em um papo sincero, Charlão abordou temas como disciplina, pressão no esporte, equilíbrio emocional e os desafios de ser pai e treinador ao mesmo tempo.
Ao longo do episódio, Charles Medina relembra momentos marcantes da trajetória de Gabriel Medina e Sophia Medina, fala sobre os bastidores da formação de atletas de alto rendimento e compartilha experiências vividas durante anos acompanhando competições pelo mundo.
A conversa também passa pela geração Brazilian Storm e pela transformação do surfe brasileiro após a chegada dos títulos mundiais. Segundo Charlão, o crescimento do esporte fez com que muitos pais passassem a enxergar o surfe de maneira diferente, aumentando também a pressão sobre jovens atletas.
Durante o episódio, Charles destaca a importância do equilíbrio emocional no esporte profissional e reforça que talento sozinho não é suficiente para sustentar uma carreira de alto nível. O convidado ainda fala sobre disciplina, preparação mental, derrotas, amadurecimento e a necessidade de criar um ambiente saudável para o desenvolvimento dos atletas.
Outro momento interessante do podcast acontece quando Charlão relembra histórias envolvendo Kelly Slater, Pipeline, Pipe Masters e episódios marcantes da carreira de Gabriel Medina dentro da World Surf League (WSL). O papo também aborda bastidores de competições, estratégias mentais e a forma como Gabriel foi preparado para lidar com a pressão do circuito mundial.
Durante a conversa com Ader Oliveira, Charles Medina também comenta sobre o papel da família na formação de atletas e explica como a blindagem emocional e a disciplina fizeram diferença ao longo da carreira dos filhos no esporte profissional.
O episódio mostra ainda um lado mais humano da rotina de atletas de elite, discutindo família, educação, responsabilidade e os desafios enfrentados por quem cresce muito cedo dentro do esporte profissional.
Com um formato leve e ao mesmo tempo profundo, o Fala Papah! vem se consolidando como um espaço para conversas autênticas sobre surfe, esporte, lifestyle e bastidores de grandes histórias.
O episódio completo com Charles Medina já está disponível no canal do Fala Papah! no YouTube.
Brasil
Hang Loose Surf Attack 2026 abre temporada no Guarujá
Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 teve altas ondas, chuva e grandes performances na Praia do Tombo, no Guarujá.
Publicado
3 semanas atrásem
25/05/2026Por
aos-midia
Finalistas da Sub-18 masculina na primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, na Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha
A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 aconteceu entre os dias 22 e 24 de maio, na Praia do Tombo, em Guarujá (SP), reunindo alguns dos principais nomes da nova geração do surfe brasileiro.
Clique aqui para ver os resultados e ranking do Hang Loose Surf Attack
Mesmo com muita chuva e tempo fechado durante os três dias de competição, a Praia do Tombo não negou ondas. O mar apresentou ondas de até um metro e meio de altura, com direitas e esquerdas abrindo com qualidade e proporcionando ótimas performances aos atletas ao longo de todo o evento.

Categoria Sub-18 feminina. Foto: Erik Medalha
Na categoria Sub 18 Masculino, John Muller, do Guarujá, conquistou a vitória após superar Kalani Robles, de Ubatuba, na grande final. Vini Palma, de Praia Grande, e Nicolas Pereira, do Ceará, completaram o pódio da categoria.
Já no Sub 16 Masculino, Nicolas Pereira brilhou nas boas ondas do Tombo e garantiu o título diante de Saymon Rocha, também do Ceará. Keoni Renno, de Ubatuba, terminou na terceira colocação, seguido por Vini Palma.

Categoria Sub-16 masculina. Foto: Erik Medalha
No Sub 14 Masculino, o domínio cearense apareceu novamente com Lucas Peixoto levando a melhor sobre Saymon Rocha na decisão. Matheus Jhones, do Guarujá, e Bernardo Pires, de Praia Grande, fecharam a final.
Entre os mais novos, Ruda Nascimento, da Bahia, venceu a categoria Sub 12 Masculino, deixando Fernando Medina, de Praia Grande, na segunda posição. Thomas Monteiro, de São Sebastião, e Bernardo Pires completaram a final.

Categoria Sub-16 feminina. Foto: Erik Medalha
No feminino, Julia Stefani, de Praia Grande, venceu a categoria Sub 18 Feminino após uma final equilibrada contra Luiza Savoi, de Ubatuba. Maeva Guastala e Carol Bastides também chegaram à decisão.
Carol Bastides, por sua vez, conquistou o título do Sub 16 Feminino diante de Alexia de Oliveira. Giovanna Rocha e Isabel Meyer também avançaram à grande final.

Categoria Sub-14 masculina. Foto: Erik Medalha
Na categoria Sub 14 Feminino, Alexia de Oliveira garantiu a vitória sobre Maria Clara em mais uma bateria bastante disputada. Isabel Meyer e Catarina Kobayashi completaram a decisão.
Fechando as finais femininas, Maria Clara venceu a categoria Sub 12 Feminino, superando Laura de Souza na bateria decisiva. Fernanda Pina e Nayma Mathey também chegaram à final.

Categoria Sub-14 feminina. Foto: Erik Medalha
No ranking por cidades da primeira etapa, Ubatuba terminou na liderança com 7680 pontos, seguido por Guarujá com 6920 pontos e Praia Grande com 5520 pontos.
Além dos títulos das categorias, o evento também premiou os atletas que conquistaram as maiores somatórias da etapa. Vini Palma registrou 16.15 pontos em 20 possíveis na segunda fase da categoria Sub 16 Masculino, garantindo uma das melhores performances do campeonato.

Categoria Sub-12 masculina. Foto: Erik Medalha
Já Alexia de Oliveira brilhou na final da categoria Sub 14 Feminino ao somar 14.00 pontos. Como premiação especial, ambos receberam um forno elétrico oferecido pela Layr.
A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 contou com patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu-Wax, além da colaboração da Prefeitura Municipal de Guarujá, Associação de Surf do Guarujá, Senses Praia Hotel, Açaí Granola, SR Veículos e Tachão de Ubatuba.
As próximas etapas do Hang Loose Surf Attack 2026 já estão definidas. A segunda parada do circuito acontece em Ubatuba, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, na tradicional Praia de Itamambuca. Já a terceira e última etapa do campeonato será realizada em Maresias.

Categoria Sub-12 feminina. Foto: Erik Medalha
Resultados finais
Sub 18 masculino
- John Muller (Guarujá)
- Kalani Robles (Ubatuba)
- Vini Palma (Praia Grande)
- Nicolas Pereira (Ceará)
Sub 16 masculino
- Nicolas Pereira (Ceará)
- Saymon Rocha (Ceará)
- Keoni Renno (Ubatuba)
- Vini Palma (Praia Grande)
Sub 14 masculino
- Lucas Peixoto (Ceará)
- Saymon Rocha (Ceará)
- Matheus Jhones (Guarujá)
- Bernardo Pires (Praia Grande)
Sub 12 masculino
- Ruda Nascimento (Bahia)
- Fernando Medina (Praia Grande)
- Thomas Monteiro (São Sebastião)
- Bernardo Pires (Praia Grande)
Sub 18 feminino
- Julia Stefani (Praia Grande)
- Luiza Savoi (Ubatuba)
- Maeva Guastala (Ubatuba)
- Carol Bastides (Praia Grande)
Sub 16 feminino
- Carol Bastides (Praia Grande)
- Alexia de Oliveira
- Giovanna Rocha (Guarujá)
- Isabel Meyer (Bertioga)
Sub 14 feminino
- Alexia de Oliveira
- Maria Clara (Guarujá)
- Isabel Meyer (Bertioga)
- Catarina Kobayashi (Ubatuba)
Sub 12 feminino
- Maria Clara (Guarujá)
- Laura de Souza (Santos)
- Fernanda Pina (Santos)
- Nayma Mathey (Ubatuba)

Ubatuba vence a disputa por cidades e Guarujá fica com o vice. Foto: Erik Medalha
Ranking por cidades
- Ubatuba — 7680 pontos
- Guarujá — 6920 pontos
- Praia Grande — 5520 pontos
- Santos — 5198 pontos
- São Sebastião — 4786 pontos
- São Paulo — 2425 pontos
- Bertioga — 2240 pontos
- Mongaguá — 1795 pontos
- Itanhaém — 1590 pontos
- Caraguatatuba — 1480 pontos
- Peruíbe — 1090 pontos
- São Vicente — 610 pontos
- Ilhabela — 360 pontos

Vini Palma e Alexia de Oliveira são premiados pelas maiores somatórias da etapa. Foto: Erik Medalha
Bodyboard
Thomas Rovira sofre acidente durante o Itacoatiara Pro
Thomas Rovira sofre grave acidente durante o Itacoatiara Pro. Comunidade do bodyboard se mobiliza pela recuperação do atleta colombiano.
Publicado
3 semanas atrásem
25/05/2026Por
aos-midia
Thomas Rovira sofre grave acidente durante o Itacoatiara Pro. Foto: Arquivo pessoal
A comunidade do bodyboard vem se mobilizando em apoio ao atleta colombiano Thomas Rovira, que sofreu um grave acidente durante o Itacoatiara Pro, tradicional etapa do circuito mundial realizada em Itacoatiara, em Niterói (RJ).
O caso ganhou grande repercussão nas redes sociais após relatos publicados pelo atleta Thiago Jatobá e pela namorada de Thomas, Luiza. Segundo as informações divulgadas, o bodyboarder sofreu uma grave lesão na coluna após um acidente enquanto saía do mar em condições pesadas durante o campeonato.

Itacoatiara possui algumas das ondas mais pesadas do Brasil. Foto: Divulgação Itacoatiara Pro
Thomas precisou passar por uma cirurgia de descompressão da medula. Em nota enviada pelo Hospital Estadual Azevedo Lima, a unidade informou que o procedimento ocorreu sem intercorrências e que o estado de saúde do atleta é estável.
O Itacoatiara Pro é considerado um dos eventos mais tradicionais e importantes do bodyboard mundial. A competição reúne atletas de diversos países e é reconhecida internacionalmente pelas condições desafiadoras das ondas de Itacoatiara.
O organizador do evento, Giuliano Lara, publicou um vídeo atualizando o estado de saúde de Thomas e reforçando que o atleta vem recebendo acompanhamento e apoio.
“Espero que todos estejam bem, como muitos de vocês já devem saber, o atleta profissional de bodyboard da Colômbia, Thomas Rovira, sofreu um acidente aqui no último sábado. Nós acompanhamos todo o atendimento e estamos em contato constante com a equipe do Hospital Estadual Azevedo Lima. Eu já estive lá com a família, ele está bem, precisou passar por uma cirurgia sim, mas correu tudo bem, ele está lúcido, confiante e já está recebendo visitas”, afirmou Giuliano Lara.

Thomas durante o evento deste ano. Foto: Arquivo pessoal
O organizador também destacou que parceiros do evento disponibilizaram suporte médico especializado para ajudar na recuperação do atleta.
“A gente conseguiu, com os nossos parceiros, um médico especialista em coluna e fisioterapia para a total recuperação do Thomas, para que, em breve, ele possa estar surfando aqui com a gente. É claro que boas vibrações e orações são sempre muito bem-vindas”, completou.
Thomas mora no Brasil há cerca de um ano. O atleta colombiano veio ao país inicialmente para competir no Itacoatiara Pro do ano passado, mas acabou se apaixonando pelo Brasil e decidiu permanecer no país.

O colombiano conheceu Niterói há um ano e se apaixonou pelo lugar. Foto: Arquivo pessoal
Atualmente, uma campanha de arrecadação vem sendo compartilhada nas redes sociais para ajudar nos custos da recuperação do atleta. Segundo Luiza, namorada de Thomas, os gastos com medicamentos, transporte, fisioterapia e recuperação ainda são indefinidos.
Quem quiser ajudar pode contribuir através da vakinha online criada para apoiar o atleta colombiano durante o processo de recuperação.
Clique aqui para acessar o link da vakinha
📩 Chave PIX:
6140790@vakinha.com.br
Amigos, atletas e integrantes da comunidade do bodyboard seguem mobilizados em uma grande corrente de apoio e solidariedade por Thomas Rovira.
Charles Medina no Fala Papah!
Brasil domina ranking da WSL após etapa histórica em Raglan

