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WSL Brasil lança campanha para Italo e Yago no Finals

WSL Brasil inicia campanha #BrasilnoWSLFinals para mobilizar a torcida em apoio a Yago Dora e Italo Ferreira no Finals 2025, em Fiji.

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WSL Brasil inicia campanha #BrasilnoWSLFinals para mobilizar a torcida em apoio a Yago Dora e Italo Ferreira no Finals 2025, em Cloudbreak, Fiji.

WSL Brasil inicia campanha #BrasilnoWSLFinals para mobilizar a torcida em apoio a Yago Dora e Italo Ferreira no Finals 2025, em Cloudbreak, Fiji. Foto: Reprodução

O Brasil se prepara para mais um capítulo histórico no surfe mundial. Para apoiar Yago Dora e Italo Ferreira na disputa do título mundial, a WSL Brasil lançou a campanha #BrasilnoWSLFinals, que convida os fãs a lotarem as redes sociais com mensagens de incentivo com o intuito de mostrar toda a força e união da torcida verde-amarela em apoio aos surfistas brasileiros.

O WSL Lexus Finals Fiji acontece numa competição de apenas um dia, nas melhores condições entre 27 de agosto e 4 de setembro, em Cloudbreak, Fiji, palco considerado uma das ondas mais perfeitas do mundo, com tubos potentes e desafiadores e ideais para coroar os melhores surfistas da temporada.

A ideia é simples: nos próximos dias e durante as baterias decisivas do WSL Finals 2025, a torcida brasileira deve usar a hashtag #BrasilnoWSLFinals para inundar a internet de mensagens de apoio. Assim, além de gerar uma corrente de energia positiva para os atletas, todos ficam informados sobre os dias e horários que a disputa vai acontecer.

Para amplificar ainda mais a corrente, influenciadores receberam kits especiais com uma lycra verde e amarela exclusiva de Dora, máscaras dos dois surfistas e até meias para afastar qualquer “pé frio” do caminho da vitória. O objetivo é transformar a força da torcida verde-amarela em um movimento nacional e levar o Brasil ao topo dos trend topics durante o evento.

“Queria agradecer todo o suporte da torcida brasileira. A gente, com certeza, ganha muita energia com a torcida de vocês. A gente sente todo o calor, amor que vocês têm pelo esporte, o amor de ver a gente vencendo e conquistando os eventos. Tem sido muito legal sentir isso. Quero pedir que a galera continue acompanhando, continue torcendo pela gente agora no final da temporada, no WSL Finals. Hora decisiva, então, acompanhem e mandem aquela energia que vai ajudar muito a gente com certeza”, afirmou Yago Dora, primeiro colocado no ranking da WSL este ano e a uma vitória do título mundial.

Ivan Martinho, presidente da WSL na América Latina, reforçou: “O surfe brasileiro vive um momento histórico, podendo conquistar um inédito octacampeonato e a nossa torcida sempre foi parte essencial dessa jornada. Com a campanha #BrasilnoWSLFinals, queremos unir o país em uma só voz para apoiar Yago Dora e Italo Ferreira, mostrando ao mundo a paixão e a força que fazem do Brasil uma potência nesse esporte tanto dentro como fora da água”.

No masculino, o país será representado por dois nomes de peso: Yago Dora, líder do ranking, já está garantido na finalíssima. Enquanto isso, Italo Ferreira, campeão mundial em 2019, entra em ação logo na primeira rodada, contra o australiano Jack Robinson. Caso avance, enfrentará Griffin Colapinto (EUA) e, depois, Jordy Smith (África do Sul). Quem superar esse caminho encara Dora na decisão. Caso vença a primeira bateria, Dora já assegura o título, caso perca, ele precisa vencer as duas baterias seguintes para ficar com a taça.

A força da Brazilian Storm não vem de hoje. Entre 2014 e 2024, o país conquistou sete títulos mundiais em dez temporadas disputadas. Venceram Gabriel Medina (2014, 2018 e 2021), Adriano de Souza (2015), Italo Ferreira (2019) e Filipe Toledo (2022 e 2023). Em 2020, por causa da pandemia de Covid-19, a competição não foi realizada.

Além disso, outro dado curioso é que desde que a WSL adotou o formato Finals, em 2021,  só no ano passado o troféu não veio para casa. Gabriel Medina (2021) e Filipe Toledo (2022 e 2023), confirmaram o Brasil como potência global do surfe.

No feminino, Luana Silva foi a brasileira melhor colocada no ranking, na décima posição, mas somente as cinco melhores surfistas carimbaram vaga para as finais. Molly Picklum (AUS), Gabriela Bryan (HAV), Caitlin Simmers (EUA), Caroline Marks (EUA) e Bettylou Sakura Johnson (HAV) ainda sonham com a conquista.

Vale lembrar que esta será a última temporada disputada neste formato. A partir de 2026, o campeão será conhecido pela somatória de pontos conquistada nas etapas ao longo do ano.

Sobre o Lexus WSL Finals 2025 Fiji

Quando: Entre 27 de agosto e 4 de setembro
Horário: 16h30 (horário de Brasília); primeira chamada nesta terça-feira (26) no Brasil
Local: Cloudbreak, Fiji
Onde assistir: Sportv, WSL site/app e YouTube

 

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Jadson André relata racismo em aeroportos

No Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo em aeroportos e fala sobre preconceito e julgamento pela aparência.

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Jadson André, Corona Saquarema Pro 2023, Challenger Series da World Surf League (WSL), Praia de Itaúna, Saquarema (RJ). Foto: WSL / Thiago Diz

No podcast Fala Papah, Jadson André revela episódios de racismo vividos em aeroportos e fala sobre preconceito, julgamento pela aparência e experiências marcantes na carreira. Foto: WSL / Thiago Diz

O surfista Jadson André, um dos nomes da geração que colocou o Brasil na elite do surf mundial, falou abertamente sobre episódios de racismo que já enfrentou ao longo da carreira. O relato foi feito durante participação no podcast Fala Papah e trouxe à tona situações vividas principalmente em aeroportos, durante viagens para competições internacionais.

Acostumado a viajar pelo mundo competindo no mais alto nível do surf profissional, Jadson contou que já foi questionado ao entrar em filas de prioridade em check-ins de companhias aéreas. Segundo ele, em diversas ocasiões ouviu que estaria “na fila errada”, julgamento feito com base apenas na aparência e na forma como estava vestido.

Um dos episódios mais marcantes aconteceu no Aeroporto de Guarulhos. O surfista relatou que estava em uma fila para resolver um problema de bagagem quando foi ofendido por uma mulher que se recusou a aceitar a orientação que ele deu sobre a ausência de prioridade naquele atendimento. A situação escalou a ponto de Jadson procurar a Polícia Federal, que abordou a mulher e ofereceu a possibilidade de registrar ocorrência.

Além desse caso, o atleta mencionou outras situações constrangedoras vividas em aeroportos. Em uma delas, após ser tratado de maneira inadequada por um funcionário, acabou recebendo um upgrade de classe como tentativa de reparação. Jadson destacou que passou a se vestir de forma mais formal durante viagens justamente para evitar novos julgamentos precipitados.

Durante a conversa, o surfista também refletiu sobre os limites entre denúncia legítima e exageros nas redes sociais. Ele reconheceu que o racismo e a xenofobia são realidades presentes na sociedade, mas ponderou que é importante manter equilíbrio ao tratar do tema.

O episódio reforça um debate que vai além do esporte. A trajetória de Jadson André mostra que o preconceito pode atingir qualquer pessoa, independentemente da carreira ou do reconhecimento profissional.

O episódio completo está disponível no canal do podcast Fala Papah:

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Classificação olímpica 2028: WPS debate impacto para Tops do CT

Entrevista exclusiva no Fala Papah! sobre mudanças na classificação olímpica do surfe para 2028 e impacto nos atletas do CT.

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Christian Bezerra, COO da WPS, fala sobre classificação olímpica do surfe para 2028. Foto: Reprodução

Christian Bezerra, COO da WPS, fala sobre classificação olímpica do surfe para 2028. Foto: Reprodução

As propostas que podem alterar os critérios de classificação do surfe para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 viraram um dos assuntos mais debatidos do esporte no cenário internacional. A notícia ganhou repercussão em diferentes mídias digitais após a AOS Mídia publicar o tema em primeira mão, trazendo ao público as informações iniciais sobre as mudanças discutidas nos bastidores.

O assunto agora entra em um novo capítulo com uma entrevista exclusiva no Fala Papah!, podcast apresentado por Ader Oliveira, gravada e publicada no canal do YouTube do projeto. O convidado é Christian Bezerra, COO da WPS (World Professional Surfers), entidade que representa os surfistas profissionais e atua como ponte institucional em pautas que envolvem os atletas do Championship Tour (CT).

Quem é a WPS e por que a opinião dela pesa

A WPS é uma organização que representa os interesses dos surfistas profissionais, especialmente os atletas que competem na elite mundial. Na entrevista, Christian comenta como essas propostas são percebidas do ponto de vista de quem está diretamente ligado ao dia a dia dos atletas e ao impacto que qualquer mudança pode gerar na preparação, no calendário e no caminho até a vaga olímpica.

O ponto central: calendário, meritocracia e previsibilidade

Durante a conversa, Christian destaca que o CT funciona como a principal plataforma competitiva do surfe profissional, com eventos ao longo do ano em diferentes condições e formatos. Para ele, qualquer alteração que aumente a dependência de eventos específicos pode criar cenários de maior imprevisibilidade e exigir ainda mais logística dentro de um calendário já muito intenso.

A discussão, portanto, não é apenas sobre números de vagas. Ela passa pela busca de um modelo que equilibre representatividade global, critérios esportivos, planejamento e justiça competitiva para quem está disputando a elite.

Debate internacional e interesse comum no melhor cenário

O processo olímpico envolve várias entidades e interesses diferentes. A ISA tem papel central por ser a federação internacional reconhecida pelo Comitê Olímpico Internacional. Já a WSL organiza o principal circuito profissional do esporte. No meio disso, a visão dos atletas e de seus representantes é uma peça importante para que o sistema final não gere distorções e preserve o nível técnico do surfe olímpico.

Assista a mais episódios no YouTube do Fala Papah!

Veja também nossa matéria em que a AOS Mídia publicou o tema em primeira mão:

 

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Gap no surfe brasileiro? Pinga e Cortez alertam

No Fala Papah, Pinga e Daniel Cortez debatem o gap no surfe brasileiro e analisam os impactos na base e no mercado.

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No Fala Papah, Pinga e Daniel Cortez analisam a formação da Brazilian Storm e projetam possível gap de até 10 anos no surfe brasileiro. Foto: Reprodução

O debate sobre um possível gap no surfe brasileiro ganhou força no Fala Papah após as análises de Luiz Henrique Pinga e Daniel Cortez sobre base, mercado e formação de atletas.

A fala surgiu dentro de um debate mais amplo sobre mercado, surfwear, investimento e formação de atletas. O tema repercutiu rapidamente entre profissionais do setor e também começou a circular fora do Brasil, levantando um ponto central: o surfe brasileiro não virou potência por acaso.

“Não foi à toa”: o que sustentou a Brazilian Storm

No recorte, os convidados lembram que a fase vitoriosa do Brasil foi consequência de um ecossistema mais sólido no passado: equipes estruturadas dentro das marcas, programas consistentes de base, viagens com atletas, ações estratégicas e um calendário nacional forte, que criava experiência competitiva.

Daniel Cortez cita, por exemplo, o período em que “a gente tinha 10 atletas” na equipe da Volcom, com um programa completo de desenvolvimento.

Já Pinga reforça um ponto essencial da formação:

“Tem que aprender a perder para começar a ganhar.”

Segundo ele, os circuitos nacionais e os formatos de transição ajudavam os jovens a entender o jogo do alto rendimento, preparando-os mentalmente e tecnicamente para o cenário mundial.

Por que eles acreditam que vem um “gap”

Na conversa, os participantes deixaram claro que não se trata de “caça às bruxas” nem de responsabilizar apenas um lado. Para eles, houve uma soma de fatores que foram alterando o ecossistema ao longo do tempo. No entanto, ele reconhece que o mercado de surfwear e o ambiente estrutural do esporte têm parcela importante nesse cenário.

Daniel Cortez complementa a análise com uma visão externa:

“Eu tô vendo o que tá rolando lá fora… os caras estão fazendo exatamente isso que a gente fez ali atrás e parou de fazer.”

A lógica apresentada no debate é direta: enquanto o Brasil reduziu parte da estrutura que sustentava a base, outros países passaram a investir justamente nesse modelo.

Austrália e Europa no radar

Cortez aponta a Austrália como exemplo de retomada estrutural. Já Pinga amplia o olhar e menciona o crescimento europeu, citando Espanha (especialmente as Canárias), além da evolução de Portugal e o surgimento de jovens talentos em diferentes centros do continente.

A leitura feita no episódio não é de que o surfe brasileiro perdeu relevância, mas de que o jogo internacional evoluiu — e que, sem investimento consistente na base, pode haver um intervalo significativo entre a geração atual e a próxima leva dominante.

Investir na base e pensar no longo prazo

No fim do trecho, eles reforçam que não existe um único culpado. Foram mudanças, decisões e adaptações ao longo do tempo que moldaram o cenário atual.

E também resumem o alerta: sem estrutura sólida e investimento contínuo, o país pode enfrentar um período de transição mais longo do que se imagina.

O debate não soa como pessimismo, mas como reflexão estratégica.

Assista ao episódio completo no Fala Papah:

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