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Competições

WSL aumenta vagas para as mulheres no Tour

World Surf League (WSL) anuncia aumento do número de competidoras no Tour feminino de 18 para 24 surfistas a partir de 2026.

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A campeã mundial Caitlin Simmers botando pra baixo em Pipeline (Crédito da Foto: @WSL / Brent Bielmann)

A campeã mundial Caitlin Simmers botando pra baixo em Pipeline (Crédito da Foto: WSL / Brent Bielmann)

A World Surf League (WSL) está anunciando hoje um aumento na elite feminina do Championship Tour (CT) a partir da temporada 2026. Cada etapa passará a ser disputada por 24 surfistas e 2025 será o último ano com 18 participantes. Impulsionado pelas incríveis performances do surfe feminino e com o compromisso de apoiar a constante evolução da categoria, a mudança visa oferecer oportunidades para mais surfistas competirem no nível mais alto do esporte no mundo.

Esse acréscimo na elite do CT, foi motivado por essa progressão e mais 6 atletas terão a chance de mostrar seus talentos no seleto grupo das melhores do mundo. Com o novo formato, a elite feminina de 2026 será formada pelas 14 primeiras colocadas no ranking do CT 2025 e o Challenger Series passará a classificar 7 surfistas. A lista das 24 participantes em cada etapa, será completada por duas convidadas (wildcards) pela WSL para a temporada e uma indicada pela organização de cada evento.

“Fico muito feliz em ver os números crescerem”, disse Caitlin Simmers, campeã mundial de 2024. “O surfe feminino é muito especial. E quero ver cada vez mais e acho que muitas outras pessoas também. Estou realmente ansiosa para ter mais amigas minhas no CT. Acho que o mundo merece ver o quão épico é o surfe delas e quanto forte elas surfam. Estou muito feliz que elas terão mais oportunidades de tentar entrar no Tour”.

“Esta é uma ótima notícia! É um sinal dos tempos e reflete a profundidade de talentos dentro do surfe feminino”, analisa a octacampeã mundial, Stephanie Gilmore. “Eu me surpreendo constantemente com a progressão das meninas e grande número de mulheres surfando ao redor do mundo. O futuro é brilhante”.

“Estou muito contente em saber que mais mulheres estarão no CT”, disse Caroline Marks, campeã mundial da WSL em 2023 e medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. “Minha primeira vitória foi também a primeira etapa com igualdade na premiação, o que foi um grande passo à frente. Também é legal pensar que, assim como eu pude iniciar minha carreira sem ter que me preocupar com prêmios iguais, as futuras gerações terão uma chance muito maior de poder participar do CT e viver seus sonhos, sabendo que haverá um lugar para elas também”.

A experiente Sally Fitzgibbons, que já completou 15 temporadas no CT, também elogiou o acréscimo na elite feminina: “Eu não poderia estar mais orgulhosa em ver onde o nível do surfe feminino está chegando. Aumentar o número de surfistas era o próximo passo lógico nessa progressão. Em todo o mundo, as mulheres vêm se destacando cada vez que entram no mar e estamos vendo baterias intensas e grandes rivalidades no Tour. É isso o que todo mundo quer ver e estou muito feliz que já esteja acontecendo”.

Desde 2013, a WSL tem apoiado o incrível progresso do surfe feminino, melhorando e aumentando os locais dos eventos em todas as categorias. Em 2019, igualou a premiação das mulheres com as dos homens e em 2022 implantou um calendário combinado para elas competirem nas mesmas ondas do CT masculino. Este aumento de 6 surfistas na elite agora, reforça a dedicação e compromisso da WSL, em criar mais oportunidades para o surgimento de novos talentos no surfe feminino.

Em 2025, as etapas continuarão sendo disputadas por 18 surfistas, as top-10 do CT 2024, as 5 classificadas pelo Challenger Series e 2 convidadas pela WSL para a temporada, além de uma convidada por cada evento. O WSL Championship Tour 2025 vai começar em 27 de janeiro no templo sagrado do esporte, Banzai Pipeline, no North Shore da ilha de Oahu, no Havaí.

CALENDÁRIO DO WSL CHAMPIONSHIP TOUR 2025:
1.a etapa: Jan 27-08 Fev – Banzai Pipeline, Havaí, Estados Unidos
2.a: Fev 14-16 – Surf Abu Dhabi, Abu Dhabi, Emirados Árabes Unidos
3.a: Mar 15-25 – Supertubos, Peniche, Portugal
4.a: Abr 02-12 – Punta Roca, La Libertad, El Salvador
5.a: Abr 18-28 – Bells Beach, Victoria, Austrália
6.a: Mai 03-13 – Snapper Rocks, Queensland, Austrália
7.a:  Mai 17-27 – Margaret River, Western Australia, Austrália
——–corte da elite do meio da temporada
8.a: Jun 09-17 – Lower Trestles, San Clemente, Califórnia, Estados Unidos
9.a: Jun 21-29 – Vivo Rio Pro apresentado por Corona em Saquarema
10.a: Jul 11-20 – Jeffreys Bay, Eastern Cape, África do Sul
11.a: Ago 07-16 – Teahupo´o, Tahiti, Polinésia Francesa
——–definição dos top-5 e das top-5 para o WSL Finals
12.a: Ago 27-04 Set – WSL Finals em Cloudbreak, Fiji

TOP-17 DO CT FEMININO 2025:
CT 1-Caitlin Simmers (EUA)
CT 2-Caroline Marks (EUA)
CT 3-Tatiana Weston-Webb (BRA)
CT 4-Brisa Hennessy (CRC)
CT 5-Molly Picklum (AUS)
CT 6-Johanne Defay (FRA)
CT 7-Gabriela Bryan (HAV)
CT 8-Sawyer Lindblad (EUA)
CT 9-Bettylou Sakura-Johnson (HAV)
CT 10-Tyler Wright (AUS)
Wildcard WSL-Stephanie Gilmore (AUS)
Wildcard WSL-Lakey Peterson (EUA)
CS 1-Sally Fitzgibbons (AUS)
CS 2-Bella Kenworthy (EUA)
CS 3-Isabella Nichols (AUS)
CS 4-Erin Brooks (CAN)
CS 5-Vahine Fierro (FRA)

TOP-34 DO CT MASCULINO 2025:
CT 01-John John Florence (HAV)
CT 02-Italo Ferreira (BRA)
CT 03-Griffin Colapinto (EUA)
CT 04-Jack Robinson (AUS)
CT 05-Ethan Ewing (AUS)
CT 06-Yago Dora (BRA)
CT 07-Gabriel Medina (BRA)

CT 08-Jordy Smith (AFR)
CT 09-Rio Waida (IDN)
CT 10-Crosby Colapinto (EUA)
CT 11-Jake Marshall (EUA)
CT 12-Ramzi Boukhiam (MAR)
CT 13-Ryan Callinan (AUS)
CT 14-Barron Mamiya (HAV)
CT 15-Cole Houshmand (EUA)
CT 16-Connor O´Leary (JPN)
CT 17-Kanoa Igarashi (JPN)
CT 18-Imaikalani deVault (HAV)
CT 19-Seth Moniz (HAV)
CT 20-Matthew McGillivray (AFR)
CT 21-Liam O´Brien (AUS)
CT 22-Leonardo Fioravanti (ITA)
Wildcard WSL-Filipe Toledo (BRA)
Wildcard WSL-João Chianca (BRA)
CS 1-Samuel Pupo (BRA)
CS 2-Ian Gouveia (BRA)

CS 3-Marco Mignot (FRA)
CS 4-Alejo Muniz (BRA)
CS 5-Deivid Silva (BRA)
CS 6-Miguel Pupo (BRA)

CS 7-Joel Vaughan (AUS)
CS 8-George Pittar (AUS)
CS 9-Edgard Groggia (BRA)
CS 10-Jackson Bunch (HAV)

 

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Brasil

Charles Medina no Fala Papah!

Charles Medina participa do Fala Papah! e comenta disciplina, pressão no esporte, família e os bastidores da formação de atletas.

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Charles Medina Ader Oliveira Fala Papah AOS Midia Podcast

Charles Medina é o novo convidado do podcast Fala Papah! Foto: Divulgação

O novo episódio do podcast Fala Papah!, apresentado por Ader Oliveira, traz uma conversa profunda e cheia de reflexões com Charles Medina, um dos nomes mais importantes da história recente do surfe brasileiro. Em um papo sincero, Charlão abordou temas como disciplina, pressão no esporte, equilíbrio emocional e os desafios de ser pai e treinador ao mesmo tempo.

Ao longo do episódio, Charles Medina relembra momentos marcantes da trajetória de Gabriel Medina e Sophia Medina, fala sobre os bastidores da formação de atletas de alto rendimento e compartilha experiências vividas durante anos acompanhando competições pelo mundo.

A conversa também passa pela geração Brazilian Storm e pela transformação do surfe brasileiro após a chegada dos títulos mundiais. Segundo Charlão, o crescimento do esporte fez com que muitos pais passassem a enxergar o surfe de maneira diferente, aumentando também a pressão sobre jovens atletas.

Durante o episódio, Charles destaca a importância do equilíbrio emocional no esporte profissional e reforça que talento sozinho não é suficiente para sustentar uma carreira de alto nível. O convidado ainda fala sobre disciplina, preparação mental, derrotas, amadurecimento e a necessidade de criar um ambiente saudável para o desenvolvimento dos atletas.

Outro momento interessante do podcast acontece quando Charlão relembra histórias envolvendo Kelly Slater, Pipeline, Pipe Masters e episódios marcantes da carreira de Gabriel Medina dentro da World Surf League (WSL). O papo também aborda bastidores de competições, estratégias mentais e a forma como Gabriel foi preparado para lidar com a pressão do circuito mundial.

Durante a conversa com Ader Oliveira, Charles Medina também comenta sobre o papel da família na formação de atletas e explica como a blindagem emocional e a disciplina fizeram diferença ao longo da carreira dos filhos no esporte profissional.

O episódio mostra ainda um lado mais humano da rotina de atletas de elite, discutindo família, educação, responsabilidade e os desafios enfrentados por quem cresce muito cedo dentro do esporte profissional.

Com um formato leve e ao mesmo tempo profundo, o Fala Papah! vem se consolidando como um espaço para conversas autênticas sobre surfe, esporte, lifestyle e bastidores de grandes histórias.

O episódio completo com Charles Medina já está disponível no canal do Fala Papah! no YouTube.

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Competições

Brasil domina ranking da WSL após etapa histórica em Raglan

Italo Ferreira vence em Raglan, assume liderança da WSL e coloca Brasil no Top 4 do ranking. Finals Day também teve incidente com fotógrafo.

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Miguel Pupo, Italo Ferreira, Gabriel Medina, Yago Dora, Brasil Top 4 WSL AOS Midia

Brasil ocupa as quatro primeiras posições no ranking da WSL depois da etapa em Raglan. Foto: Reprodução AOS Mídia

O domínio brasileiro no Championship Tour 2026 ganhou ainda mais força após a etapa de Raglan, na Nova Zelândia. O Finals Day do Corona Cero New Zealand Pro Presented by Bonsoy confirmou o excelente momento do país no circuito mundial, com vitória de Italo Ferreira, semifinal de Yago Dora e brasileiros ocupando as quatro primeiras posições do ranking da World Surf League (WSL).

A decisão masculina foi marcada por grandes performances nas longas esquerdas de Manu Bay. Italo Ferreira derrotou o australiano Morgan Cibilic na grande final e conquistou sua 11ª vitória da carreira no CT. Com o resultado, o campeão mundial de 2019 retomou a lycra amarela e assumiu a liderança do ranking mundial.

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Italo Ferreira vence etapa em Raglan, Nova Zelândia. Foto: WSL / Rambo Estrada

Além do título de Italo, o Brasil voltou a dominar o topo da classificação. Miguel Pupo aparece na vice-liderança, Gabriel Medina ocupa a terceira colocação e Yago Dora fecha o Top 4 da temporada 2026. Samuel Pupo também segue forte na disputa, em sétimo lugar, enquanto Filipe Toledo completa o Top 10 do ranking.

A etapa de Raglan representou uma retomada do domínio brasileiro após a Gold Coast ter sido a única parada do ano sem brasileiros no pódio masculino. Na Nova Zelândia, o cenário voltou a ser amplamente favorável aos atletas do país.

Carissa Moore, Italo Ferreira 26Raglan 7RV06558 Rambo Estrada

Carissa Moore e Italo Ferreira são os campeões da etapa neozelandesa. Foto: WSL / Rambo Estrada

Italo Ferreira vence final eletrizante em Raglan

A final masculina colocou frente a frente dois dos grandes destaques do evento. Morgan Cibilic começou forte, conseguindo uma nota 8.90 com ataques agressivos de backside nas direitas de Manu Bay. No entanto, Italo Ferreira respondeu rapidamente com um 9.33, combinando aéreos e manobras progressivas que levantaram o público presente em Raglan.

Com poucas ondas na reta final da bateria, Italo administrou a vantagem e confirmou a vitória por 17.50 a 15.80. O título também reforçou a evolução do brasileiro em ondas longas de esquerda, consideradas algumas das mais clássicas do Championship Tour.

No feminino, a havaiana Carissa Moore venceu Sawyer Lindblad e voltou ao topo do pódio após se tornar mãe. A brasileira Luana Silva perdeu a liderança do ranking para Gabriela Bryan, mas segue muito próxima da ponta na vice-liderança da temporada.

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Italo levanta o público com seus aéreos em Raglan. Foto: WSL / Oscar Hetherington

Incidente com fotógrafo marcou o Finals Day

O Finals Day em Raglan também ficou marcado por um susto fora das ondas. Durante a semifinal masculina entre Yago Dora e Italo Ferreira, um fotógrafo que fazia a cobertura da bateria sofreu um ferimento no pé após um incidente envolvendo um animal marinho na água. A disputa foi imediatamente paralisada, e os atletas deixaram o mar enquanto o profissional recebia atendimento.

Segundo apuração do AOS Mídia, o pé de pato utilizado pelo fotógrafo chegou a ser arrancado do pé durante o incidente. O profissional recebeu atendimento ainda no local e foi encaminhado ao hospital. Pelas imagens obtidas pelo canal, o ferimento aparentava ser localizado, sem sinais visíveis de lesões mais extensas. Até o momento, a WSL não confirmou oficialmente qual animal esteve envolvido no caso.

Imagens mostram os ferimentos sofridos pelo fotógrafo Ed Sloane durante incidente na água em Manu Bay, Raglan. Foto: Arquivo pessoal

Imagens mostram os ferimentos sofridos pelo fotógrafo Ed Sloane durante incidente na água em Manu Bay, Raglan. Foto: Arquivo pessoal

O fotógrafo revelou posteriormente nas redes sociais que precisará passar por um procedimento cirúrgico após o incidente, mas tranquilizou os seguidores ao afirmar que deve ficar bem. Na publicação, ele descreveu o episódio como “algo digno de pesadelo”, relatando que o animal surgiu “diretamente de baixo” durante a cobertura da bateria. O profissional também agradeceu o suporte da equipe médica da WSL, do water patrol e das pessoas presentes no local no momento do atendimento.

Biólogos consultados pelo AOS Mídia analisaram as imagens do ferimento e avaliam que as marcas aparentam ser mais compatíveis com mordida de leão-marinho, lobo-marinho ou algum animal semelhante. A análise leva em consideração o padrão das perfurações e dos cortes, descritos como mais espaçados e localizados. Segundo esses especialistas, ataques típicos de tubarão costumam apresentar marcas diferentes, com múltiplas perfurações e cortes mais alinhados ao formato das arcadas dentárias. Ainda assim, não há confirmação oficial sobre qual animal esteve envolvido no incidente.

The last few shots I took before something thought they’d see how I went for breakfa

Yago Dora em um dos últimos registros de Ed Sloane antes do incidente. Foto: WSL / Ed Sloane

Apesar do susto e da repercussão nas redes sociais, registros públicos e arquivos da imprensa neozelandesa apontam que incidentes desse tipo seguem sendo raros nos tradicionais points da região, como Manu Bay, Indicators e Whale Bay.

Próxima etapa do Championship Tour

A próxima parada do Championship Tour 2026 será o Surf City El Salvador Pro Presented by Corona Cero, com janela entre os dias 5 e 15 de junho. O Brasil chega embalado para a sequência da temporada e novamente como principal força do circuito mundial.

Resultados finais — Corona Cero New Zealand Pro Presented by Bonsoy

Final feminina

  1. Carissa Moore (Haw) — 17.90
  2. Sawyer Lindblad (EUA) — 16.67

Final masculina

  1. Italo Ferreira (Bra) — 17.50
  2. Morgan Cibilic (Aus) — 15.80

Semifinais masculinas

Bateria 1
Morgan Cibilic (Aus) 15.34 x 12.20 Griffin Colapinto (EUA)

Bateria 2
Italo Ferreira (Bra) 15.10 x 12.33 Yago Dora (Bra)

Italo Ferreira 26Raglan DSC05937 Oscar Hetherington

A festa da torcida para Italo. Foto: WSL / Oscar Hetherington

Ranking masculino da WSL 2026 após Raglan

  1. Italo Ferreira (Bra) — 22.725 pts
  2. Miguel Pupo (Bra) — 21.385 pts
  3. Gabriel Medina (Bra) — 20.525 pts
  4. Yago Dora (Bra) — 19.630 pts
  5. George Pittar (Aus) — 17.640 pts
  6. Ethan Ewing (Aus) — 16.745 pts
  7. Samuel Pupo (Bra) — 16.575 pts
  8. Griffin Colapinto (EUA) — 16.490 pts
  9. Leonardo Fioravanti (Ita) — 16.130 pts
  10. Filipe Toledo (Bra) — 15.150 pts

Ranking feminino da WSL 2026 após Raglan

  1. Gabriela Bryan (Haw) — 27.180 pts
  2. Luana Silva (Bra) — 24.570 pts
  3. Molly Picklum (Aus) — 22.885 pts
  4. Caitlin Simmers (EUA) — 21.610 pts
  5. Sawyer Lindblad (EUA) — 20.795 pts
  6. Carissa Moore (Haw) — 20.000 pts
  7. Isabella Nichols (Aus) — 18.540 pts
  8. Bettylou Sakura Johnson (Haw) — 17.345 pts
  9. Caroline Marks (EUA) — 15.870 pts
  10. Tyler Wright (Aus) — 14.555 pts

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Brasil

Hang Loose Surf Attack 2026 abre temporada no Guarujá

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 teve altas ondas, chuva e grandes performances na Praia do Tombo, no Guarujá.

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Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Finalistas da Sub-18 masculina na primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, na Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 aconteceu entre os dias 22 e 24 de maio, na Praia do Tombo, em Guarujá (SP), reunindo alguns dos principais nomes da nova geração do surfe brasileiro.

Clique aqui para ver os resultados e ranking do Hang Loose Surf Attack

Mesmo com muita chuva e tempo fechado durante os três dias de competição, a Praia do Tombo não negou ondas. O mar apresentou ondas de até um metro e meio de altura, com direitas e esquerdas abrindo com qualidade e proporcionando ótimas performances aos atletas ao longo de todo o evento.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-18 feminina. Foto: Erik Medalha

Na categoria Sub 18 Masculino, John Muller, do Guarujá, conquistou a vitória após superar Kalani Robles, de Ubatuba, na grande final. Vini Palma, de Praia Grande, e Nicolas Pereira, do Ceará, completaram o pódio da categoria.

Já no Sub 16 Masculino, Nicolas Pereira brilhou nas boas ondas do Tombo e garantiu o título diante de Saymon Rocha, também do Ceará. Keoni Renno, de Ubatuba, terminou na terceira colocação, seguido por Vini Palma.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-16 masculina. Foto: Erik Medalha

No Sub 14 Masculino, o domínio cearense apareceu novamente com Lucas Peixoto levando a melhor sobre Saymon Rocha na decisão. Matheus Jhones, do Guarujá, e Bernardo Pires, de Praia Grande, fecharam a final.

Entre os mais novos, Ruda Nascimento, da Bahia, venceu a categoria Sub 12 Masculino, deixando Fernando Medina, de Praia Grande, na segunda posição. Thomas Monteiro, de São Sebastião, e Bernardo Pires completaram a final.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-16 feminina. Foto: Erik Medalha

No feminino, Julia Stefani, de Praia Grande, venceu a categoria Sub 18 Feminino após uma final equilibrada contra Luiza Savoi, de Ubatuba. Maeva Guastala e Carol Bastides também chegaram à decisão.

Carol Bastides, por sua vez, conquistou o título do Sub 16 Feminino diante de Alexia de Oliveira. Giovanna Rocha e Isabel Meyer também avançaram à grande final.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-14 masculina. Foto: Erik Medalha

Na categoria Sub 14 Feminino, Alexia de Oliveira garantiu a vitória sobre Maria Clara em mais uma bateria bastante disputada. Isabel Meyer e Catarina Kobayashi completaram a decisão.

Fechando as finais femininas, Maria Clara venceu a categoria Sub 12 Feminino, superando Laura de Souza na bateria decisiva. Fernanda Pina e Nayma Mathey também chegaram à final.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-14 feminina. Foto: Erik Medalha

No ranking por cidades da primeira etapa, Ubatuba terminou na liderança com 7680 pontos, seguido por Guarujá com 6920 pontos e Praia Grande com 5520 pontos.

Além dos títulos das categorias, o evento também premiou os atletas que conquistaram as maiores somatórias da etapa. Vini Palma registrou 16.15 pontos em 20 possíveis na segunda fase da categoria Sub 16 Masculino, garantindo uma das melhores performances do campeonato.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-12 masculina. Foto: Erik Medalha

Já Alexia de Oliveira brilhou na final da categoria Sub 14 Feminino ao somar 14.00 pontos. Como premiação especial, ambos receberam um forno elétrico oferecido pela Layr.

A primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026 contou com patrocínio da Hang Loose e apoio da Fu-Wax, além da colaboração da Prefeitura Municipal de Guarujá, Associação de Surf do Guarujá, Senses Praia Hotel, Açaí Granola, SR Veículos e Tachão de Ubatuba.

As próximas etapas do Hang Loose Surf Attack 2026 já estão definidas. A segunda parada do circuito acontece em Ubatuba, entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, na tradicional Praia de Itamambuca. Já a terceira e última etapa do campeonato será realizada em Maresias.

Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Categoria Sub-12 feminina. Foto: Erik Medalha

Resultados finais

Sub 18 masculino

  1. John Muller (Guarujá)
  2. Kalani Robles (Ubatuba)
  3. Vini Palma (Praia Grande)
  4. Nicolas Pereira (Ceará)

Sub 16 masculino

  1. Nicolas Pereira (Ceará)
  2. Saymon Rocha (Ceará)
  3. Keoni Renno (Ubatuba)
  4. Vini Palma (Praia Grande)

Sub 14 masculino

  1. Lucas Peixoto (Ceará)
  2. Saymon Rocha (Ceará)
  3. Matheus Jhones (Guarujá)
  4. Bernardo Pires (Praia Grande)

Sub 12 masculino

  1. Ruda Nascimento (Bahia)
  2. Fernando Medina (Praia Grande)
  3. Thomas Monteiro (São Sebastião)
  4. Bernardo Pires (Praia Grande)

Sub 18 feminino

  1. Julia Stefani (Praia Grande)
  2. Luiza Savoi (Ubatuba)
  3. Maeva Guastala (Ubatuba)
  4. Carol Bastides (Praia Grande)

Sub 16 feminino

  1. Carol Bastides (Praia Grande)
  2. Alexia de Oliveira
  3. Giovanna Rocha (Guarujá)
  4. Isabel Meyer (Bertioga)

Sub 14 feminino

  1. Alexia de Oliveira
  2. Maria Clara (Guarujá)
  3. Isabel Meyer (Bertioga)
  4. Catarina Kobayashi (Ubatuba)

Sub 12 feminino

  1. Maria Clara (Guarujá)
  2. Laura de Souza (Santos)
  3. Fernanda Pina (Santos)
  4. Nayma Mathey (Ubatuba)
Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Ubatuba vence a disputa por cidades e Guarujá fica com o vice. Foto: Erik Medalha

Ranking por cidades

  1. Ubatuba — 7680 pontos
  2. Guarujá — 6920 pontos
  3. Praia Grande — 5520 pontos
  4. Santos — 5198 pontos
  5. São Sebastião — 4786 pontos
  6. São Paulo — 2425 pontos
  7. Bertioga — 2240 pontos
  8. Mongaguá — 1795 pontos
  9. Itanhaém — 1590 pontos
  10. Caraguatatuba — 1480 pontos
  11. Peruíbe — 1090 pontos
  12. São Vicente — 610 pontos
  13. Ilhabela — 360 pontos
Primeira etapa do Hang Loose Surf Attack 2026, Praia do Tombo, Guarujá (SP). Foto: Erik Medalha

Vini Palma e Alexia de Oliveira são premiados pelas maiores somatórias da etapa. Foto: Erik Medalha

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